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O Círculo

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Category Archives: Web


Está a decorrer o Concurso “Cria o teu Videoclip”, inserido na 3.ª edição do Festival EP ao Vivo

Este ano o concurso realiza-se nos dias 29 de Março e 5 de Abril, no Auditório da Junta de Freguesia de Espinho, em Espinho.

Para que te decidas, aqui estão as principais regras:

  1. Deves escolher uma das músicas que vais ter à disposição, com o intuito de realizar um videoclip
  2. O videoclip pode ser criado em qualquer estilo
      • animação 3D, 2D
      • Stop Motion
      • Documentário
      • Outros

3. Deves colocar o produto final num DVD, com formato AVI no canal do festival no Youtube.com

4. Deves enviá-lo, por correio, Ac/ do Director do Festival, para a seguinte morada: Rua 16 n.º 1000 3º andar 4500 Espinho

5. Para procederes à inscrição no concurso envia um e-mail para epmusica@gmail.com com os seguintes dados:

  • Nome
  • Idade
  • Localidade
  • Profissão

Nota bem: O prazo limite de entrega dos videoclips é 24 de Março.

Boa sorte!

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O mundo virtual Second Life está a ser utilizado por universidades de medicina no Reino Unido como local para melhorar as aptidões dos alunos na interacção com os pacientes.

A Universidade de Coventry marca presença desde o início deste ano lectivo no Second Life, com um módulo de aprendizagem que permite aos alunos ganharem competências a nível de gestão hospitalar.

A St. George´s Medical School é outro estabelecimento de ensino superior que olha para o mundo virtual como forma de estimular a aprendizagem, focando em particular as aptidões de relacionamento médico-paciente.

Ambas reconhecem vantagens na utilização daquela plataforma para fins de aprendizagem e apontam o feedback positivo dos alunos.

Para Maggi Savin-Baden, da Universidade de Coventry, o Second Life possibilita que os alunos «tenham a sensação de estarem no mesmo quarto ou mesmo espaço que outros participantes no processo, o que torna tudo mais activo».

Outra das vantagens é apontada por Emily Conradi, da St. George´s Medical School, que destaca o potencial do Second Life de «conseguir reunir estudantes de todo o mundo para escutar oradores especializados provenientes de qualquer local do mundo».

Fonte: SOL

Um grupo de professores portugueses lançou um concurso de vídeos destinados à promoção da leitura, livros ou bibliotecas. Os interessados têm de colocar o vídeo no YouTube e enviar o respectivo link para o site da iniciativa.

Segundo os organizadores o concurso «BiblioFilmes – Livros, Bibliotecas, Acção!» surge no âmbito do Plano Nacional de Leitura, e «pretende lançar um desafio à comunidade da Língua Portuguesa a fazer um ‘filme’ (em vídeo ou telemóvel) a contar a sua história e provar o quanto gostam da sua biblioteca e/ou de um livro».

A iniciativa está aberta principalmente a professores, alunos e funcionários de bibliotecas, mas também a qualquer pessoa que tenha um especial gosto pela sua biblioteca preferida, independentemente de ser pública, privada ou escolar.

Podem-se também candidatar pessoas de todos os países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa ou de qualquer uma das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.

Para tal basta colocar um vídeo, com um tamanho mínimo de 30 segundos e máximo de 1.34, no YouTube, e enviar o link para o endereço de e-mail bibliofilmes@xariti.com até ao dia 2 de Abril de 2008, o Dia Internacional do Livro Infantil.

Depois de enviado o link os vídeos são carregados para o site do concurso, onde podem ser visionados e serão votados por um júri e pelo público em geral.

No dia 23 de Abril, Dia Mundial do Livro, vão ser anunciados os vencedores das duas categorias: Votação Popular e Votação Júri.

Mais informações disponíveis no site oficial do concurso ou no blogue http://bibliofilmes.blogspot.com/ .

 

As imagens das 3300 obras de arte da colecção ou em depósito, os documentos que testemunham a construção da Casa e dos jardins, o arquivo com fotografias de todos os eventos e algumas colecções documentais. A partir de hoje, a Fundação de Serralves coloca tudo online, permitindo a qualquer pessoa aceder pela Internet ao seu valioso espólio.

Resultado de um processo de inventariação e digitalização que envolveu, durante os últimos 12 meses, todas as equipas de Serralves – designadamente, o pessoal do Museu e da Biblioteca, segundo declarou Marta Morais, do gabinete de imprensa da fundação -, esta plataforma digital contou com financiamento do POC (Programa Operacional da Cultura) e apoio institucional do Ministério da Cultura.

Em termos orçamentais, Maria do Céu Novais, assessora da ministra Isabel Pires de Lima, adiantou que o valor global do projecto ronda os 192 mil euros e que a comparticipação do POC foi de 103,6 mil euros.

Coordenado por Odete Patrício, directora-geral da fundação, esta nova plataforma de divulgação será hoje apresentada no Porto e ficará acessível em http://www.serralves.pt.

A inventariação, digitalização e disponibilização online abrangeu todas as obras de arte, publicações, imagens e arquivos históricos que constituem o acervo da Fundação de Serralves. “Fica tudo online”, referiu Marta Morais, acrescentando que o objectivo é “aproximar a fundação do maior número possível de públicos, nomeadamente, das pessoas que se interessam por arte contemporânea e por arquitectura.”

Outro factor de peso para a concretização deste projecto terá sido a projecção internacional de Serralves, admite a responsável pelo gabinete de imprensa. Ter todo o espólio online, num site em português e inglês, é uma “ferramenta primordial”, não só para curadores ou directores de museus estrangeiros que estejam a organizar exposições como para coleccionadores, artistas e galeristas. À semelhança do que já fazem, por exemplo, a Tate Modern ou o Museu Metropolitan de Nova Iorque.

A partir de hoje, qualquer pessoa poderá ver imagens e obter informação sobre pinturas, esculturas, fotografias ou instalações de artistas como Paula Rego, Julião Sarmento, Fernando Lanhas, Alberto Carneiro, Álvaro Lapa, Eduardo Batarda, Pedro Cabrita Reis, Claes Oldenburg ou Richard Long.

Composta por 3300 obras posteriores a 1968, a colecção de Serralves integra não só peças adquiridas pelo museu como obras de arte doadas à fundação ou ali depositadas pelo Estado e coleccionadores privados.

A par desta forte componente de arte contemporânea, a plataforma digital incorpora mais três núcleos: o acervo de Carlos Alberto Cabral, conde de Vizela e primeiro proprietário da Casa de Serralves; o arquivo fotográfico da fundação, com imagens de espaços, exposições, artistas e actividades; e vários acervos documentais, caso da Colecção E.M. de Melo e Castro, Colecção Raymond Hains e Colecção Porto 69/70.

Fonte: DN

Um estudo realizado em 10 países europeus demonstra que a maioria dos jovens passa mais tempo on-line do que a ver televisão.

O estudo, que inquiriu sete mil jovens no Reino Unido, Noruega, França, Alemanha, Itália, Espanha, Holanda, Bélgica, Dinamarca e Suécia, demonstra que 82 por cento refere utilizar a internet, contra 77 por cento que prefere a televisão.

É em Itália que os entrevistados, cujas idades oscilavam entre os 16 e os 24 anos, admitem utilizar mais a internet, com uma média de 13,6 horas, enquanto a Holanda é o país onde os jovens menos estão «ligados», com 9,8 horas.

Para 83 por cento a internet é mesmo vista como indispensável à vida, enquanto 33 por cento manifesta a mesmo opinião no que respeita ao correio electrónico.

Fonte: SOL

A censura em regimes repressivos está a começar a encontrar novos alvos para além dos tradicionais meios de comunicação. De acordo com o relatório anual da associação Repórteres Sem Fronteiras (RSF) sobre liberdade de expressão em alguns países os blogues também já são censurados. Só na China foram presas 50 pessoas cujo «crime» foi terem colocado posts na Internet.

Actualmente estão presos pelo menos 64 pessoas por utilizarem blogues, um dos quais um egípcio que foi condenado a quatro anos de prisão por criticar uma instituição islâmica e o presidente do Egipto no seu blogue.

O documento revela que cada vez mais o ciberespaço é visto pelos governos de alguns países como uma ferramenta de promoção da democracia e estão a tentar arranjar métodos de o controlar.

Em comunicado a associação de jornalistas sublinha que «os governos de países repressivos estão agora a atacar os autores de blogues e os jornalistas on-line de forma tão severa como os jornalistas dos Media tradicionais».

Para a realização do relatório, que apresenta uma lista dos 169 países onde há menos liberdade de expressão, foram inquiridos jornalistas, investigadores, juristas e associações de direitos humanos provenientes de todo o mundo.

Os RSF não deixaram de parte o facto de a China, que recebe a próxima edição dos Jogos Olímpicos, ocupar a 164ª posição do ranking dos 169 países onde menos se respeita a liberdade de expressão.

Na tabela, liderada pela Islândia, Noruega e Estónia, a maioria dos países europeus passaram o teste, com excepção da Rússia que ocupa o 144º lugar.

Portugal ocupa a 10ª posição, juntamente com a Dinamarca e Irlanda.

Fonte: Lusa/Sol

O ano de 2007 pode dar à diversidade biológica portuguesa um portal na Internet, onde os espécimes possam ser consultados, sem custos, por todos. Actualmente, das 94 colecções registadas – com um total de 2,4 milhões espécimes – apenas dez por cento dos registos estão em bases de dados.

A ideia partiu da OCDE (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico) para eliminar um obstáculo à conservação da natureza: a falta de informação. Mas também para facilitar a vida a um turista com férias marcadas para o Peru e que queira saber que espécies lá pode encontrar.

Em Portugal, o GBIF (Global Biodiversity Information Facility) está a dar os primeiros passos. O plano de acção – para organizar, manter e ampliar uma rede de informação sobre diversidade biológica – aguarda “luz verde” do Ministério da Ciência.

“Já existe um protótipo em funcionamento”, diz Fernanda Souto-Sepúlveda, ponto de contacto do GBIF, do Gabinete de Relações Internacionais da Ciência e do Ensino Superior. O protótipo tem uma colecção de botânica do Museu Nacional de História Natural e outra de algas da Universidade de Coimbra. Mas “há muitos mais dados em Portugal que podem ser disponibilizados” através da bioinformática, comenta Fernanda Souto-Sepúlveda.

Segundo o inquérito Biocase, realizado no Verão de 2006, nas 94 colecções registadas – com um total de 2,4 milhões espécimes – apenas dez por cento dos registos estão em bases de dados. E a maioria das colecções tem menos de 50 por cento dos registos digitalizados.

O plano de acção, a cinco anos, prevê a criação de um portal bilingue na Internet que permita a consulta tanto ao cientista como ao cidadão comum. Lá serão encontrados dados sobre o espécime, incluindo uma fotografia e o local onde foi encontrado. O portal estará ligado à plataforma internacional de pesquisa de dados da GBIF.

Fonte: Público

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