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O Círculo

Empowering Communities

Category Archives: Voluntariado

Dia 12 Junho vai haver arraial no mercado de Cascais a partir das 18h, esta iniciativa é organizada pela CMC juntamente com as Associações do Concelho, nas quais se insere O Círculo – Associação.

Todos os lucros deste evento revertem a favor das Associações.

Com esta Crise que toda a gente fala, as ONG’s e as Associações Sem Fins Lucrativos, são as primeiras a sentirem as dificuldades de financiamento de forma a darem continuidade dos seus projectos.

Assim sendo, apelamos a tod@s que apareçam no Arraial, que venham passar um serão agradável connosco, em boa companhia e com muita música, animação e solidariedade.

Desta forma estará a contribuir para O Círculo, e para as outras associações, sempre que consumir uma sardinha, uma cerveja, um café, etc.

Também estamos à procura de voluntári@s que nos queiram ajudar a montar o estaminé e a servir bebidas.

Todos os voluntári@s receberão alimentação e bebidas grátis.

caso estejam interessad@s, entrem em contacto connosco, através do email: ocirculo @ sapo . pt

esperamos encontrá-l@s a tod@s no Arraial para uma grande noite de diversão e com muita animação.

Sê solidário, tu podes fazer a diferença.

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A maioria esmagadora dos 200 mil que recorrem ao Banco Alimentar é de mulheres. Mas a revelação mais dramática é de que existem quase cinco mil na fila de espera. Metade dos que procuram comida ganha menos de 250 euros. O inquérito abrangeu quase 4700 pessoas.

Sessenta e seis mil famílias recorrem à rede do Banco Alimentar Contra a Fome (BACF) o que corresponde a mais de 200 mil pessoas, segundo a análise da Universidade Católica divulgada hoje. A análise foi realizada entre Junho e Outubro e abrangeu mais de 550 organizações numa parceria com o Banco Alimentar e a Associação Entreajuda, o Centro de Estudos e Sondagens da Católica.

Na amostra recolhida para o estudo divulgado hoje há 75 por cento de mulheres, o que “pode dever-se ao facto de serem elas que, dentro do agregado familiar, mais se dirigirem às instituições a pedir ajuda”.

Nos últimos três anos, mais de 70 por cento das instituições de solidariedade social registaram mais pedidos de apoio para alimentação, situação atribuída sobretudo pelo aumento do desemprego.

É a vulnerabilidade económica decorrente quer do aumento do desemprego, quer das baixas reformas, que, a par de rupturas familiares, estão na base do aumento da procura alimentar”, conclui a análise.

O inquérito do Centro de Estudos e Sondagens da Católica foi respondido por 1500 organizações de solidariedade que integram a rede do Banco Alimentar, num universo de mais de 3200 instituições.

Menos de 250 euros

Cerca de metade dos portugueses que recorrem à instituições de solidariedade social têm menos de 250 euros por mês para viver, segundo um inquérito realizado pela Universidade Católica.

Com base nas respostas, a análise estima que as instituições prestem apoio alimentar a 66 500 famílias, a que correspondem 239 470 pessoas. No que respeita ao apoio em medicamentos, pode concluir-se que actualmente são 6600 as famílias ajudadas, num total de quase 16 mil pessoas.

Estima-se ainda que as instituições que pertencem à rede do BACF dão igualmente apoio monetário a 5700 famílias e 11 968 pessoas.

Os valores acumulados representariam um apoio global a mais de 350 mil pessoas, mas o estudo nota que não é possível apurar um valor total de pessoas cobertas por estas medidas sociais, uma vez que existem famílias e utentes que beneficiam de mais de que uma forma de ajuda.

Numa análise mais detalhada por faixa etária, o questionário mostra que são pelo menos 74 mil as crianças que recebem apoio alimentar da rede do BACF, número que o próprio estudo admite estar aquém da realidade.

No que respeita ao apoio em medicamentos, pode concluir-se que actualmente são 6600 as famílias ajudadas, num total de quase 16 mil pessoas.

Estima-se ainda que as instituições que pertencem à rede do BACF dão igualmente apoio monetário a 5700 famílias e 11 968 pessoas.

27% passam pelo menos um dia sem ter o que comer

Mais de um quinto das pessoas que procuram instituições de solidariedade sente falta de alimentos pelo menos uma vez por semana, segundo um inquérito realizado pela Universidade Católica, em parceria com o Banco Alimentar e a Associação Entreajuda.

Do universo de 4691 utentes de mais de 500 instituições que responderam aos questionários, 27 por cento mencionaram estar um dia inteiro sem comer algumas vezes por semana ou pelo menos uma vez.

“Vinte por cento diz não ter comida até ao final do mês, 32 por cento diz que tal acontece às vezes e 49 por cento diz ter sempre comida até ao fim do mês”, refere ainda o estudo hoje divulgado.

Numa análise aos gastos dos utentes das instituições de solidariedade social, as despesas com alimentação e casa são as que mais pesam na fatia da verba mensal disponível, seguidos dos gastos com médicos e medicamentos.

As despesas com vestuário e calçado ou outros empréstimos representam valores abaixo dos 10 por cento do total.

Cerca de um terço dos inquiridos contraiu empréstimos, a esmagadora maioria para a compra de casa, mas só menos de metade dizem pagar sempre as mensalidades.

Além da compra de casa (53 por cento), o carro (19 por cento) e os eletrodomésticos (16 por cento) são os bens que mais frequentemente são comprados a crédito. Apenas seis por cento diz ter recorrido a crédito para adquirir um televisor, verificando-se a mesma percentagem para consolas de jogos. Da análise resulta ainda que quatro em cada dez pessoas só compram os medicamentos quando têm dinheiro ou optam pelos mais baratos, não conseguindo adquirir sempre os remédios que são receitados pelo médico.

Numa auto-avaliação à sua situação económica, 72 por cento dos inquiridos sentem-se pobres, com uma larga maioria a atribuir a culpa da sua situação à própria sociedade (situações de desemprego ou rendimentos baixos).

Apenas 14 por cento dos utentes que se consideram pobres se culpabilizam pela sua situação desfavorecida.

 

 

Fonte: Público

Cerca de 60 municípios estão já associados à Semana Nacional da Reflorestação, uma iniciativa promovida por um movimento cívico que decorre entre os dias 23 e 28 e promete plantar pelo país milhares de árvores, cidadania e sustentabilidade.

Segundo Hélio Lopes, da coordenação nacional do movimento sem fins lucrativos “Plantar Portugal”, o objectivo é distribuir mais de 100 mil árvores por vários tipos de espaços, como áreas florestais (alguma atingidas por incêndios), baldios, zonas ribeirinhas, parques, jardins ou escolas.

De forma simbólica, a semana arranca no Dia da Floresta Mediterrânica com a plantação de uma árvore autóctone no centro geodésico de Portugal, no concelho de Vila do Rei, para se espalhar depois ao restante território continental e às ilhas.

Um pouco por todo o país, equipas concelhias vão orientar os voluntários, que podem conhecer o projecto na Internet (www.plantarportugal.org).

Hélio Lopes explicou que nesta primeira edição a obtenção de árvores está a ser feita a nível municipal, mas sublinhou que a organização está a fazer contactos para que no próximo ano seja possível oferecer as espécies às equipas concelhias, através de patrocínios, associações e outras parcerias.

Isto porque, tal como anunciado pelo movimento, a ideia é instituir um evento que se repita e contribua, a longo prazo, para promover o equilíbrio dos ecossistemas e alterar comportamentos que comprometam o ambiente.

Para já, a iniciativa está a correr “plenamente dentro das expectativas”. “Para mim o movimento já vingou, porque já é uma realidade”, disse Hélio Lopes.

Entre os apoiantes da Semana Nacional da Reflorestação estão o Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade, a Autoridade Florestal Nacional, a Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas, a Associação Bandeira Azul da Europa e o movimento internacional “Let’s do it World”, que inspirou o já decorrido “Limpar Portugal” e iniciativas semelhantes noutros países.

A iniciativa inclui, além das plantações e actividades pedagógicas, um concurso nacional de fotografia e vídeo.

O “Plantar Portugal” arrancou oficialmente em Março, altura em que entregou o primeiro Prémio Árvore de Cristal ao arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles.

Fonte: Público

Está aberto o período de candidaturas para o Seminário para Estabelecimento de Contactos “Encontro para a Participação”, que vai ter lugar em Bruxelas de 11 a 16 de Março próximo.

Este seminário visa:

  • uma troca de experiências entre participantes;
  • encetar parcerias e construir as bases de futuros projectos de Democracia Juvenil no âmbito do Programa Juventude em Acção*.

Objectivos gerais

  • Partilhar experiências e estabelecer contactos;
  • Debater as temáticas da participação, democracia e parcerias;
  • Informar sobre o Programa Juventude em Acção;
  • Facilitar o processo de estabelecimento de parcerias;
  • Desenvolver projectos de Democracia Juvenil

Perfil de participantes

  • líderes juvenis e/ou pessoas envolvidas (a título profissional ou voluntário) em entidades que trabalham na área da juventude;
  • motivados para o desenvolvimento de projectos de Democracia Juvenil no âmbito do Programa Juventude em Acção.

Condições de participação

  • Os custos com a viagem internacional são suportados pela Agência Nacional portuguesa;
  • Os custos de alojamento e alimentação são suportados pela entidade organizadora;
  • O seguro de saúde e as deslocações em território nacional serão da responsabilidade dos participantes seleccionados.

A Agência Nacional suporta os custos de viagens aéreas entre Madeira / Açores e o continente caso os participantes seleccionados residam nas regiões autónomas.

Inscrição

Os interessados deverão preencher o formulário, obrigatoriamente em inglês, e enviá-lo, para a Agência Nacional em alternativa, via:

  • fax +351 21 317 92 10 (A/c: Liliana Cruz);
  • correio electrónico (para Liliana Cruz: liliana.cruz@ipj.pt );

Prazo de candidatura: 20 de Fevereiro de 2008 (data de entrada na Agência Nacional)

Informações complementares:

  • A Agência Nacional prevê seleccionar dois participantes para esta actividade;
  • Os resultados do curso serão divulgados a todos os candidatos (por e-mail ou correio postal);

O que é o Programa Juventude em Acção?

Programa Comunitário que serve de instrumento para a educação não-formal e informal dos jovens, com os seguintes objectivos:
– promover a cidadania participativa, em gera, e a cidadania europeia, em particular;
– desenvolver o espírito de solidariedade e tolerância entre os jovens, fomentando a coesão europeia;
– contribuir para o desenvolvimento da qualidade dos sistemas de apoio a actividades de carácter juvenil;
– promover a cooperação europeia no sector da juventude.

O que são projectos de Democracia Juvenil?

Projecto desenvolvido por uma parceria (mínimo 2 países europeus e 2 parceiros por país: associações sem fins lucrativos, organismos públicos locais, regionais ou nacionais, grupos informais, etc.) que promova a participação activa dos jovens (mínimo 16 participantes dos 13 aos 30 anos).

Para mais informações, sobre:
– o Programa JUVENTUDE EM ACÇÃO http://ec.europa.eu/youth/yia/index_en.html

Em caso de dúvida, contacta:
Liliana Cruz
Telf: 21 317 92 00

Pela primeira vez em Portugal,  ‘turistas  voluntários’ da Organização Não Governamental (ONG) norte-americana Global Volunteers vão passar este ano férias em Beja para ensinar crianças e adultos a falar inglês, disse hoje fonte do município.

Através do projecto Férias de Voluntário, criado em 1994 pela Global Volunteers, falantes nativos de inglês tornam-se ‘ turistas voluntários’ e vão de férias para um determinado destino escolhido pela ONG.

Nos locais de férias, durante a estadia, que é paga pelos próprios, os turistas, entre períodos de descanso e de lazer, tornam-se professores voluntários para ensinar gratuitamente crianças e adultos a falar a língua de Shakespeare.
Entre Fevereiro e Outubro, quatro grupos de ‘turistas voluntários’ da Global Volunteers vão passar, cada um, 15 dias de férias em Beja, precisou o vereador do município, José Monge.

Durante as férias, de segunda a sexta-feira, ao longo de quatro horas diárias, «os turistas vão ensinar alunos de várias escolas básicas, duas secundárias, da Casa Pia e da Universidade Sénior de Beja a falar inglês», acrescentou o autarca.

Segundo informações disponíveis no site da Global Volunteers, normalmente, o ensino é feito através da prática informal da língua inglesa, ou seja, ´conversas simples’ entre os voluntários  os professores e os alunos das escolas.

A Global Volunteers justifica a escolha de Beja explicando «que em Portugal os habitantes fora das zonas turísticas dispõem de poucas oportunidades para falar e aprender inglês com nativos da língua».

A Câmara de Beja, além de mediadora entre a ONG e as escolas e instituições da cidade interessadas em acolher o projecto, explicou José Monge, vai preparar um roteiro para os turistas voluntários, com «passagem garantida pelos principais atractivos» da região de Beja.

O primeiro grupo, constituído por 18 turistas norte-americanos, vai estar de férias em Beja, entre 23 de Fevereiro e 08 de Março, mas ainda não está definido em que escolas vão ensinar voluntariamente a falar inglês.

Segue-se o grupo de 21 turistas, entre 19 de Abril e 03 de Maio, sendo que os terceiro e quarto grupos vão estar de férias, respectivamente, entre 07 e 21 de Junho e entre 27 de Setembro e 11 de Outubro.

A Global Volunteers continua a recrutar turistas voluntários para passar férias este ano em Beja e já tem marcados novos períodos para 2009, também entre Fevereiro e Outubro.

Criada em 1984, a Global Volunteers, uma das primeiras ONG a receber o estatuto de Consultores Especiais das Nações Unidas para o Voluntariado, organiza projectos sociais em regime de trabalho voluntário, para promover o desenvolvimento microeconómico e humano.

A ONG mobiliza anualmente mais de 2.500 voluntários, divididos em 150 equipas, que ajudam mais de 100 comunidades locais em mais de 20 países.

Lusa/SOL

Sessenta crianças e jovens dos carenciados bairros do Fim do Mundo e Novo do Pinhal, em Cascais, poderão deixar de receber, em Janeiro, o acompanhamento escolar do centro social local, devido à falta de apoios financeiros.

O programa educativo desenvolvido pelo Centro Social Nossa Senhora de Fátima junto de alunos do primeiro ciclo ao secundário arrancou, há quase um ano, com várias ofertas de material escolar e um donativo monetário destinado a pagar o salário da coordenadora, uma psicopedagoga que procura incutir métodos e hábitos de estudo e trabalhar as dificuldades de aprendizagem.

Segundo a especialista, Patrícia Ferreira, as actividades são também orientadas em turnos por técnicos voluntários, entre as 09H00 e as 19H00, e incluem desde o apoio nos trabalhos escolares a jogos e peças de teatro na ludoteca da instituição.

«Já deu os seus frutos – raro foi aquele aluno que chumbou no ano passado, os professores da zona conhecem o nosso trabalho e o sucesso está a começar a notar-se, o que é muito gratificante», explica a responsável, lembrando que a maioria de crianças e jovens pertence a famílias de origem africana ou cigana que não podem acompanhá-los durante grande parte do dia.

«Muitos pais não têm formação ou não têm tempo, por trabalharem longe, e deixam as crianças entregues a si próprias ou a um irmão mais velho. Por vezes não há regras e determinados valores, pelo que o nosso apoio psicológico é muito importante», refere.

Apesar dos esforços, o programa educativo da instituição está agora em risco de ser extinguido, uma vez que o donativo monetário utilizado para pagar a coordenadora, essencial ao projecto, acaba no fim de Dezembro.

O Centro Social teme que o fim do apoio motive um grande insucesso escolar entre os alunos com histórias familiares «mais complicadas» e tem pedido o auxílio de várias organizações e empresas, mas «muitas portas se têm fechado».

«Algumas famílias estão ‘encaminhadas’, mas noutros casos as crianças vão ficar bastante desacompanhadas e com o seu direito ao sucesso comprometido», sublinha.

Lusa/SOL

No Dia Mundial da Alimentação, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou ser “inaceitável” que hoje 854 milhões de pessoas sofram de fome crónica, num “mundo de abundância”.

“O mundo possui os recursos, os conhecimentos e os instrumentos necessários para fazer do direito à alimentação uma realidade para todos”, afirmou o alto responsável, em comunicado.

Ban Ki-moon diz ser obrigatório “reconhecer o papel dos direitos humanos na erradicação da fome e da pobreza e a relação entre desenvolvimento, direitos humanos e segurança”.

Reconhecendo que “a erradicação da fome avança lentamente”, o secretário-geral da ONU considera ser necessário “fazer muito mais para que a integridade e os direitos de cada ser humano estejam no centro dos esforços” de todos.

A solução apontada por Ban Ki-moon passa por complementar as acções em curso com uma “intensificação das medidas que visam garantir a participação e o empoderamento, a responsabilização e a transparência, a dignidade humana e o primado do direito”.

Num apelo à união de forças, o secretário-geral lembrou ainda os esforços desenvolvidos na Cimeira Mundial da Alimentação, na Declaração do Milénio e da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).

fonte: Público

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