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O Círculo

Empowering Communities

Category Archives: Tecnologia


O concurso “Jovens Criadores” é uma organização conjunta da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto (SEJD), do Instituto Português da Juventude (IPJ) e do Clube Português de Artes e Ideias (CPAI).

Visa incentivar e promover valores emergentes de diferentes áreas artísticas.

As áreas a concurso são:

  • Artes Plásticas
  • Banda Desenhada
  • Ciber Arte
  • Dança
  • Design de Equipamento
  • Design Gráfico
  • Fotografia
  • Ilustração
  • Joalharia
  • Literatura
  • Moda
  • Música e
  • Vídeo

Do concurso resultará uma selecção de projectos que será apresentada numa Mostra Nacional e na qual serão indicados os representantes portugueses para um evento de carácter internacional.

A Mostra Nacional constará de:

  1. Exposição dos trabalhos das áreas de
    • Artes Plásticas
    • Banda Desenhada
    • Ciber Arte
    • Design de Equipamento
    • Design Gráfico
    • Fotografia
    • Ilustração e
    • Joalharia
  1. Apresentação de espectáculos nas áreas
    da Dança e Música
  2. Apresentação de uma Mostra de Vídeo
  3. Realização de um Desfile de Moda
  4. Realização de um Café Literário
  5. Amostras JC

Algumas condições para participação no Concurso

  • Os concorrentes deverão ter nacionalidade portuguesa ou residir em território nacional
  • Os concorrentes poderão apresentar-se
    individualmente ou em grupo
  • Podem concorrer jovens com a idade limite de 30 anos, à data de 31.12.2007
  • Nos projectos colectivos admitem-se concorrentes com idade até 35 anos à data de 31.12.2007, sempre que a média de idades do grupo não ultrapasse os 30 anos
  • A inscrição no concurso está sujeita, obrigatoriamente, ao pagamento de uma taxa de inscrição no valor de 15,00€ (cheque endossado ao CPAI, acompanhada pelo preenchimento da ficha de inscrição,
    assim como pela entrega de um dossier de candidatura com a informação e materiais solicitados, referentes à obra a concurso)

O dia 12 de Maio de 2008 é a data limite para inscrição no concurso.

Para obteres mais informações, acede aqui ao Regulamento do Concurso e à Ficha de Inscrição!

Informações complementares em:

http://juventude.gov.pt/Portal/Programas/
ProgJovensCriadores
!

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Estão abertas as inscrições para o Concurso “Jovens Cientistas e Investigadores”2008, promovido pela Fundação da Juventude.

O prazo de entrega de trabalhos termina a 20 de Abril próximo.

De âmbito nacional, o Concurso

  1. apela ao espírito competitivo dos jovens, através da realização e desenvolvimento de projectos/trabalhos científicos e
  2. visa, também, contribuir para o aparecimento de jovens talentos

Destinado a

  • jovens estudantes portugueses
  • com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos e
  • a frequentar, no máximo, o 1º ano do ensino superior

Os interessados podem concorrer individualmente ou em grupo, no máximo de 3 elementos, apresentando trabalhos que abordem uma das seguintes áreas de estudo:

  • Biologia, Ciências da Terra
  • Ciências do Ambiente
  • Ciências Médicas
  • Ciências Sociais
  • Economia
  • Engenharia
  • Física
  • Informática/Ciências da Computação
  • Matemática e
  • Química

Cada trabalho exige, ainda, a participação de um professor, coordenador do projecto.

O 4 Grandes Prémios – no valor de 2.000, 1.500, 1.000 e 500 Euros – serão atribuídos na forma de material ou equipamento científico.

Serão, ainda, atribuídas Menções Honrosas.

O Regulamento e a Ficha de Inscrição estão disponíveis em www.fjuventude.pt/jcientistas2008.

Para mais informações lê aqui!

Concorre!


Está a decorrer o Concurso “Cria o teu Videoclip”, inserido na 3.ª edição do Festival EP ao Vivo

Este ano o concurso realiza-se nos dias 29 de Março e 5 de Abril, no Auditório da Junta de Freguesia de Espinho, em Espinho.

Para que te decidas, aqui estão as principais regras:

  1. Deves escolher uma das músicas que vais ter à disposição, com o intuito de realizar um videoclip
  2. O videoclip pode ser criado em qualquer estilo
      • animação 3D, 2D
      • Stop Motion
      • Documentário
      • Outros

3. Deves colocar o produto final num DVD, com formato AVI no canal do festival no Youtube.com

4. Deves enviá-lo, por correio, Ac/ do Director do Festival, para a seguinte morada: Rua 16 n.º 1000 3º andar 4500 Espinho

5. Para procederes à inscrição no concurso envia um e-mail para epmusica@gmail.com com os seguintes dados:

  • Nome
  • Idade
  • Localidade
  • Profissão

Nota bem: O prazo limite de entrega dos videoclips é 24 de Março.

Boa sorte!

Uma equipa do Instituto J. Craig Venter, nos EUA, revelou hoje que conseguiu dar mais um passo crucial para criar vida artificial no laboratório. No centro das atenções está uma minúscula bactéria, cujo ADN é formado apenas por um cromossoma.

Este é o mais pequeno genoma que se conhece capaz de se replicar de forma autónoma numa célula. Porque é que está no centro das atenções? Porque a totalidade do seu património genético acaba de ser quimicamente sintetizada no laboratório, de raiz, a partir dos seus componentes de base – e isso, apesar do diminuto tamanho deste genoma, é uma proeza sem paralelo. A partir daqui, poderá faltar muito pouca coisa – e pouco tempo – para ser possível criar vida artificial.

Daniel Gibson e colegas, investigadores do Instituto J. Craig Venter, em Rockville, no Maryland, criado pelo já célebre geneticista descodificador do genoma humano, publicam amanhã na revista “Science” os pormenores de um trabalho que descrevem como um “gigantesco desafio técnico”.

A molécula de ADN da bactéria em questão, “Mycoplasma genitallium” (responsável por uma infecção sexualmente transmitida) é uma cadeia com 582.970 tijolos de construção moleculares – os famosos “pares de bases” que entram na composição do ADN (a título comparativo, o ADN humano possui três mil milhões de pares de bases). Até agora, o maior ADN totalmente sintético que algum laboratório no mundo tinha conseguido fabricar continha só 32 mil pares de bases e era de origem viral, salientam os cientistas no artigo. Para mais, um vírus, ao contrário de uma bactéria, não é um organismo capaz de se reproduzir de forma autónoma. É apenas um pedacinho de ADN e precisa das células hospedeiras que infecta para se multiplicar. Uma bactéria é já algo de muito mais respeitável: é um organismo vivo na total acepção da palavra.

“O que fizemos representa um enorme feito tecnológico”, disse Ham Smith, um dos autores do trabalho. “A molécula sintética que criámos é quase 20 vezes maior do que qualquer molécula de ADN sintetizada até agora e publicada por outros grupos.”

Chegar lá não foi fácil – e até implicou alterar o método utilizado até agora, passando a aproveitar a maquinaria celular de um outro “titã” microscópico – a vulgar levedura da cerveja – para conseguir juntar os pedaços do ADN e construir a grande molécula final.

Os cientistas começaram por fabricar quimicamente uma centena de segmentos do ADN da bactéria com cerca de cinco a sete mil pares de bases; a seguir, juntaram esses segmentos, utilizando a bacteria intestinal “Escherichia coli” (uma estrela dos laboratórios de biotecnologia) e obtiveram segmentos maiores, com 24 mil a 144 mil pares de bases.

Por último, utilizando a levedura, juntaram todos esses segmentos numa única molécula com os tais 582.970 pares de bases, criando assim uma cópia perfeita, mas artificial, do genoma de “Mycoplasma genitallium”.

Bom… a cópia não é exactamente perfeita. É que os cientistas introduziram deliberadamente duas diferenças no genoma artificial: por um lado, retiraram-lhe um gene, chamado MG408, que é responsável pelo carácter patogénico da “M. Genitallium”. Por outro, inseriram “marcas de água”, isto é, pequenas sequências genéticas sem qualquer efeito, no meio do ADN sintético, para conseguir distingui-lo do seu homólogo natural.

Fonte: Público

O mundo virtual Second Life está a ser utilizado por universidades de medicina no Reino Unido como local para melhorar as aptidões dos alunos na interacção com os pacientes.

A Universidade de Coventry marca presença desde o início deste ano lectivo no Second Life, com um módulo de aprendizagem que permite aos alunos ganharem competências a nível de gestão hospitalar.

A St. George´s Medical School é outro estabelecimento de ensino superior que olha para o mundo virtual como forma de estimular a aprendizagem, focando em particular as aptidões de relacionamento médico-paciente.

Ambas reconhecem vantagens na utilização daquela plataforma para fins de aprendizagem e apontam o feedback positivo dos alunos.

Para Maggi Savin-Baden, da Universidade de Coventry, o Second Life possibilita que os alunos «tenham a sensação de estarem no mesmo quarto ou mesmo espaço que outros participantes no processo, o que torna tudo mais activo».

Outra das vantagens é apontada por Emily Conradi, da St. George´s Medical School, que destaca o potencial do Second Life de «conseguir reunir estudantes de todo o mundo para escutar oradores especializados provenientes de qualquer local do mundo».

Fonte: SOL

Uma descoberta publicada pela Nature Medicine poderá finalmente permitir o fabrico de órgãos artificiais para transplantes. Os resultados são ainda muito preliminares, foram obtidos com corações de ratos e vão demorar anos a serem aplicados a seres humanos.

Mas as opiniões são consensuais: trata-se de uma abordagem extremamente promissora e que pode vir a gerar um dia, no laboratório, peças sobressalentes para o corpo humano, órgãos bioartificiais em tudo semelhantes aos naturais e feitos à medida de cada doente.

Todos os anos, dezenas de milhares de pessoas com insuficiência cardíaca muito grave morrem à espera de um transplante de coração. A penúria também vale para os rins e outros órgãos. Para mais, depois de um transplante cardíaco, impõe-se um tratamento vitalício com imunossupressores para evitar a rejeição, o que condena muitos doentes à diabetes, hipertensão, problemas renais, etc.

A engenharia dos tecidos não é algo novo: usa-se pele artificialmente gerada para tratar grandes queimados e estão actualmente em curso testes de bexigas artificiais fabricadas a partir das células dos doentes. Mas no artigo anteontem publicado on-line pela equipa de Doris Taylor, da Universidade do Minnesota, há pelo menos duas novidades cabais: por um lado, os corações gerados têm a arquitectura de um coração natural; por outro, batem como um coração.

“O que fizemos foi simplesmente pegar nos tijolos de construção da própria natureza para construir um novo órgão”, diz Harald Ott, do Hospital Geral do Massachusetts e co-autor do estudo, citado por um comunicado da Universidade do Minnesota. “Quando vimos as primeiras contracções, ficámos sem fala.”

Em vez de tentar produzir um coração de raiz, com toda a sua intricada estrutura, utilizando somente células precursoras das células cardíacas, os investigadores aproveitaram a estrutura tridimensional cardíaca de base para construir o órgão. Utilizando corações de ratos, começaram por os despir de todas as suas células com detergentes especiais – técnica que também não é nova, chamada “descelularização”. No fim desta fase, só restava dos órgãos originais um “esqueleto”, uma matriz de tecido extracelular, com as suas câmaras, as suas válvulas e a sua estrutura vascular.

Órgãos-fantasma

A fase seguinte consistiu em reconstruir um coração novo com base nestes órgãos-fantasma. Para isso, recorreu-se a células cardíacas imaturas vindas de ratos recém-nascidos. Os cientistas injectaram centenas de milhões destas células dentro das matrizes vazias e introduziram os objectos bioartificiais dentro de máquinas incubadoras capazes de simular o ambiente em que um coração se desenvolveria naturalmente.

Quatro dias mais tarde, observaram as primeiras contracções; oito dias depois, os corações começaram a bombear sangue com uma potência equivalente a dois por cento de um coração de rato. Mesmo assim, uma proeza. “Quando cortamos estes no-vos corações às fatias, lá estão as células”, diz Taylor, citada pelo mesmo documento. “Elas possuem uma série de marcadores cardíacos e parecem saber qual deve ser o comportamento do tecido cardíaco.”

Para os cientistas, o passo seguinte consiste em construir um coração já não com células cardíacas imaturas, mas com células estaminais – que são ainda mais primordiais e capazes de dar origem a todos os tecidos do organismo. “O nosso objectivo é utilizar as células estaminais dos doentes”, diz Taylor. Extraídas, por exemplo, da medula óssea. Hoje em dia, este tipo de procedimento ainda é proibitivo em termos de custos e de tempo, mas os cientistas esperam que se torne fazível regenerar um coração à medida do doente em poucos meses.

Já vislumbram o futuro: utilizar como “andaime” corações de porco, muito semelhantes ao humano. E gerar “rins, fígados, pulmões, pâncreas”. “Esperamos poder fabricá-los todos um dia”, diz Taylor.

Fonte: Público

A vida no bairro da Cova da Moura, na Amadora, é retratada em seis documentários realizados por moradores que serão exibidos a 24 de Janeiro na FNAC Colombo, em Lisboa, disse hoje fonte ligada à iniciativa.

A ideia partiu de um “workshop” de televisão organizado em Outubro pela produtora Até ao Fim do Mundo na Cova da Moura, com o objectivo de dar a conhecer outras facetas do bairro, distintas do seu lado problemático, através do olhar e da sensibilidade de quem lá mora.

Os participantes, com idades entre os 20 e os 30 anos, em média, organizaram-se em seis grupos, cinco de rapazes e um de raparigas, e, depois das aulas, foi-lhes cedida uma câmara para filmarem o seu dia-a-dia, da família ou dos amigos.

“Os filmes são curtos, mas muito interessantes, quer pelos temas propostos quer pelo talento revelado pelos autores, tanto na captação de imagens como nas entrevistas”, disse à Lusa a coordenadora do workshop, Sara Gomes.

As temáticas abordadas

Um dos documentários, “mais alternativo” na perspectiva de Sara Gomes, é sobre o dia-a-dia das mães do bairro, com a saída das mulheres de casa para o trabalho, ao amanhecer.

Há também um filme sobre o “hip-hop” que se faz no bairro, com entrevistas a bandas desse género de música. Dele ressalta a utilização do hip-hop como “arma de intervenção, arma de esperança” e a polémica sobre o uso do crioulo ou do português nas canções.

Cada documentário será apresentado pelos seus autores, seguindo-se à projecção um concerto com bandas de “hip-hop”.

Fonte: Público

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