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O Círculo

Empowering Communities

Category Archives: Música


Este é o 1º Concurso de Bandas organizado pelo Pelouro da Juventude da Câmara Municipal de Rio Maior, que permite promover os talentos musicais dos jovens e promover bandas que ainda não tiveram oportunidade de singrar no meio musical.

Está previsto nas normas de participação que, ainda que este concurso seja a nível nacional, duas das seis bandas finalistas sejam obrigatoriamente de Rio Maior ou com elementos que estudem ou vivam no concelho.

A final do Concurso irá decorrer no dia 3 de Abril, no Cineteatro de Rio Maior.

A banda vencedora irá actuar na sexta-feira da V edição das Jornadas da Juventude, a decorrer nos dias 15, 16 e 17 de Maio.

Inscrições
O período de inscrição e entrega de maquetes do Concurso de Bandas “RM Rock” termina no dia 14 de Março, inclusive.

Para esclareceres qualquer dúvida que tenhas, podes contactar a organização, através do e-mail rmrock@rmjovem.pt.

Para mais informações, acesso a regulamento e inscrições, vai a:

http://www.rmjovem.pt/artigo.asp?artid=272

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O concurso “Jovens Criadores” é uma organização conjunta da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto (SEJD), do Instituto Português da Juventude (IPJ) e do Clube Português de Artes e Ideias (CPAI).

Visa incentivar e promover valores emergentes de diferentes áreas artísticas.

As áreas a concurso são:

  • Artes Plásticas
  • Banda Desenhada
  • Ciber Arte
  • Dança
  • Design de Equipamento
  • Design Gráfico
  • Fotografia
  • Ilustração
  • Joalharia
  • Literatura
  • Moda
  • Música e
  • Vídeo

Do concurso resultará uma selecção de projectos que será apresentada numa Mostra Nacional e na qual serão indicados os representantes portugueses para um evento de carácter internacional.

A Mostra Nacional constará de:

  1. Exposição dos trabalhos das áreas de
    • Artes Plásticas
    • Banda Desenhada
    • Ciber Arte
    • Design de Equipamento
    • Design Gráfico
    • Fotografia
    • Ilustração e
    • Joalharia
  1. Apresentação de espectáculos nas áreas
    da Dança e Música
  2. Apresentação de uma Mostra de Vídeo
  3. Realização de um Desfile de Moda
  4. Realização de um Café Literário
  5. Amostras JC

Algumas condições para participação no Concurso

  • Os concorrentes deverão ter nacionalidade portuguesa ou residir em território nacional
  • Os concorrentes poderão apresentar-se
    individualmente ou em grupo
  • Podem concorrer jovens com a idade limite de 30 anos, à data de 31.12.2007
  • Nos projectos colectivos admitem-se concorrentes com idade até 35 anos à data de 31.12.2007, sempre que a média de idades do grupo não ultrapasse os 30 anos
  • A inscrição no concurso está sujeita, obrigatoriamente, ao pagamento de uma taxa de inscrição no valor de 15,00€ (cheque endossado ao CPAI, acompanhada pelo preenchimento da ficha de inscrição,
    assim como pela entrega de um dossier de candidatura com a informação e materiais solicitados, referentes à obra a concurso)

O dia 12 de Maio de 2008 é a data limite para inscrição no concurso.

Para obteres mais informações, acede aqui ao Regulamento do Concurso e à Ficha de Inscrição!

Informações complementares em:

http://juventude.gov.pt/Portal/Programas/
ProgJovensCriadores
!


Está a decorrer o Concurso “Cria o teu Videoclip”, inserido na 3.ª edição do Festival EP ao Vivo

Este ano o concurso realiza-se nos dias 29 de Março e 5 de Abril, no Auditório da Junta de Freguesia de Espinho, em Espinho.

Para que te decidas, aqui estão as principais regras:

  1. Deves escolher uma das músicas que vais ter à disposição, com o intuito de realizar um videoclip
  2. O videoclip pode ser criado em qualquer estilo
      • animação 3D, 2D
      • Stop Motion
      • Documentário
      • Outros

3. Deves colocar o produto final num DVD, com formato AVI no canal do festival no Youtube.com

4. Deves enviá-lo, por correio, Ac/ do Director do Festival, para a seguinte morada: Rua 16 n.º 1000 3º andar 4500 Espinho

5. Para procederes à inscrição no concurso envia um e-mail para epmusica@gmail.com com os seguintes dados:

  • Nome
  • Idade
  • Localidade
  • Profissão

Nota bem: O prazo limite de entrega dos videoclips é 24 de Março.

Boa sorte!

A vida no bairro da Cova da Moura, na Amadora, é retratada em seis documentários realizados por moradores que serão exibidos a 24 de Janeiro na FNAC Colombo, em Lisboa, disse hoje fonte ligada à iniciativa.

A ideia partiu de um “workshop” de televisão organizado em Outubro pela produtora Até ao Fim do Mundo na Cova da Moura, com o objectivo de dar a conhecer outras facetas do bairro, distintas do seu lado problemático, através do olhar e da sensibilidade de quem lá mora.

Os participantes, com idades entre os 20 e os 30 anos, em média, organizaram-se em seis grupos, cinco de rapazes e um de raparigas, e, depois das aulas, foi-lhes cedida uma câmara para filmarem o seu dia-a-dia, da família ou dos amigos.

“Os filmes são curtos, mas muito interessantes, quer pelos temas propostos quer pelo talento revelado pelos autores, tanto na captação de imagens como nas entrevistas”, disse à Lusa a coordenadora do workshop, Sara Gomes.

As temáticas abordadas

Um dos documentários, “mais alternativo” na perspectiva de Sara Gomes, é sobre o dia-a-dia das mães do bairro, com a saída das mulheres de casa para o trabalho, ao amanhecer.

Há também um filme sobre o “hip-hop” que se faz no bairro, com entrevistas a bandas desse género de música. Dele ressalta a utilização do hip-hop como “arma de intervenção, arma de esperança” e a polémica sobre o uso do crioulo ou do português nas canções.

Cada documentário será apresentado pelos seus autores, seguindo-se à projecção um concerto com bandas de “hip-hop”.

Fonte: Público

Um timbre aveludado e mais suave, mas mais potente. Uma afinação grave e um formato tosco com um pau, mas mais grosso. Estas são as principais características que distinguem a gaita-de-foles mirandesa das irmãs portuguesas e estrangeiras, como explicou Paulo Meirinhos, professor de música e membro do grupo Galandum Galandaina, preservador de tradições.

A gaita-de-foles, um peculiar e arcaico instrumento, está em destaque desde ontem e até domingo, no Primeiro Congresso Internacional da Gaita-de-Foles Mirandesa, a decorrer em Miranda do Douro e Vimioso. O objectivo é unir os cerca de 200 presentes em torno desta tradição e recuperar a sua autenticidade, quem sabe conseguir a sua certificação. O congresso é o resultado de um trabalho de investigação que decorre há cerca de um ano formalmente, mas que se apoiou em trabalhos que especialistas desenvolvem há mais de 20.

“Há 12 anos esta tradição estava quase perdida e contavam-se pelos dedos das mãos os gaiteiros. Agora, felizmente, temos bastantes jovens motivados para aprender. Não há é muitos construtores, essenciais para termos bons instrumentos”, disse Paulo Meirinhos, e acrescentou que muito se deve aos Pauliteiros de Miranda.

Manter a autenticidade da gaita-de-foles é um dos procedimentos mais difíceis. Foi preciso fazer um estudo sistemático com medições, verificação de afinações e de outras diversas características acústicas e morfológicas de vários exemplares com mais de 200 anos para se poder chegar aos timbres tradicionais, ou seja, conseguir uma padronização e permitir que um grupo toque ao mesmo tempo de forma afinada.

Uma das características mais notáveis deste instrumento para os especialistas é o facto de a gaita ter conservado até aos dias de hoje muitas escalas e afinações ancestrais, algumas que podem mesmo ser pré-barrocas, o que é de enorme interesse para vários campos que não a música.

História e origem da palavra
Muito pouco se sabe sobre a origem da palavra “gaita”. No entanto, pensa-se que deriva da palavra germânica “Gaits” (cabra), animal cuja pele serve para fazer o fole do instrumento. Quanto à zona, pensa-se que terá surgido na Mesopotâmia, onde havia muita matéria-prima e onde o instrumento proliferou na civilização egípcia. A difusão terá sido feita pelo Império Romano, que a terá utilizado em marchas e momentos de lazer. Contudo, outros investigadores defendem que muito antes desta época já tinha sido comercializada. Os primeiros registos sólidos datam da Idade Média, onde esculturas, pinturas e gravuras representam diferentes modelos.

A gaita-de-foles de Trás-os-Montes, também conhecida como Transmontana ou Mirandesa, é uma construção artesanal semelhante às de Sanabria, Alista ou Zamora, zonas fronteiriças de Espanha. Ainda assim, desenvolveu características muito próprias, como um ponteiro de furação larga, com digitação aberta, preso no pescoço de um fole de cabra, assim como um ronco de grandes dimensões, preso na pata direita e um assoprete, preso na pata esquerda. A sua tonalidade pode oscilar entre Si, Si bemol e Lá, dependendo dos artesãos, com uma escala próxima da flauta pastoril, o que a torna mais grave. É por esta “desafinação” que se torna difícil que a gaita acompanhe outros instrumentos. Assim neste congresso, gaiteiros, tocadores, construtores e estudiosos vão tentar encontrar uma solução para que esta se harmonize com os outros instrumentos e para que não haja “nem mais uma festa sem gaita”, como declarou Paulo Preto, outro gaiteiro membro dos Galandum Galandaina.

Construir uma gaita
Para sair das mãos de um artesão uma gaita-de-foles a cerca de 750 euros são precisas oito horas por dia, quinze dias seguidos. Os materiais usados são todos raros, já que há cada vez menos rebanhos e as madeiras são todas autóctones (buxo, urze, freixo…). O objectivo é uniformizar este trabalho e apostar na qualidade, coisa que muitas vezes não acontece na vizinha gaita-de-foles galega, onde a pele substituída por borracha lhe retira qualidade ao não deixar o ar respirar. No entanto, Paulo Meirinhos explicou que “há materiais sintéticos bons como o gore-tex. É importante evoluirmos e não podemos ficar para sempre presos aos tempos em que se fazia tudo à mão, mas há que manter a exigência na qualidade e durabilidade”.

Com iniciativas como o congresso, que aposta na organização em torno de um objectivo comum, espera-se que a gaita se volte a fazer ouvir como sempre se fez nas alvoradas, festas e arraias nas aldeias. Paulo Preto quer ver “mais gente motivada por este instrumento em que a ausência da sua total afinação lhe confere uma personalidade própria, um timbre arredondando, um cheiro a terra, a tradição e a antiguidade que nos leva a tempos remotos”. O gaiteiro defende que em relação aos outros países aquilo que nos falta é, numa só palavra, “portugalidade”.

Fonte: Público

Estes 7 anos já ninguém nos tira!

-Estamos abertos a receber videos curtas-metragens ou qualquer outro material auto-produzido, para uma pequena mostra a decorrer.

-Algumas das actividades, ao ar-livre, estão dependentes do microclima setubalense, no entanto, se houver vontade de andarmos à chuva…

Casa Okupada de Setúbal Autogestionada
6ª-FEIRA, dia 12

às 16h

Apresentação do jornal MOTIM

Conversa informativa sobre ANTÓNIO FERREIRA

Debate sobre Solidariedade Revolucionária

Tasca Bela Vida (sem criados nem servidos; sem cozinheiros nem convidados; E SEM DINHEIRO; O que há em cima da mesa é o que todos trouxermos)

Projecções de FILMES autoproduzidos
(se tiveres curtas que queiras mostrar, envia-nos: cosanossa@gmail.com)

SÁBADO, dia 13

11h- Passeio pela memória histórica ANARQUISTA de Setúbal com Pic-nic
(Traz comida ou traz 1 êrico)

15h- workshop de Fechaduras

17h- Conversa sobre Anarquistas e os MEDIA

21h- Emir & Tabu
Marionetas

Jantar de Aniversário

Concerto acústico com Mário Trovador & Bailarico com GiJeis

DOMINGO, dia 14

14h- passeio pela ARRÁBIDA com identificação de plantas

17h- conversa sobre TGV e outros PIN (Projectos de Interesse Nacional)

72 horas de rádio a bombar!

Aqui há gato; deixa os cães em casa

info e distribuidoras

Se quiseres dormir por cá, traz tenda e saco-cama

Casa Okupada de Setúbal Autogestionada

R. Latino Coelho, nº2
Bairro Salgado
SETÚBAL

O Ministério da Educação propôs que o Ensino da Música seja substituído por outra actividade sempre que se verifiquem dificuldades na contratação de professores qualificados.

Em comunicado, a tutela propõe um conjunto de recomendações que deverão ser tidas em conta na preparação das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC) a desenvolver no próximo ano, acolhendo as sugestões do relatório da Comissão de Acompanhamento das AEC no 1º ciclo do ensino básico.

«No sentido de encontrar uma solução que não prejudique as entidades promotoras – que, depois de terem tentado, não puderam oferecer o ensino da Música por falta de docentes qualificados – é considerada preferível a substituição desta actividade do que a realização da mesma sem qualidade mínima», afirma o Ministério da Educação (ME), em comunicado.

O Governo sublinha ainda que nos casos em que esta actividade seja substituída por outra «devido à impossibilidade de contratar professores com as habilitações exigidas», o valor do financiamento atribuído mantém-se.

Nove em cada dez agrupamentos escolares apresentaram à tutela candidaturas para disponibilizar inglês, música e desporto, o conjunto de actividades que mais é comparticipado financeiramente pelo ME, com 250 euros anuais por aluno.

Relativamente à remuneração dos professores das AEC, o ministério salienta a necessidade de fixar regras, através da definição de um valor mínimo por hora lectiva, estabelecido em consonância com as habilitações dos docentes.

Para evitar situações de contratação, pelas entidades promotoras, de professores que não reúnam as condições previstas para as actividades, a tutela recomenda a «criação de mecanismos de verificação e de controlo a priori».

Assim, o recrutamento de professores implica «a estreita articulação» entre a entidade promotora e os órgãos de gestão das escolas ou agrupamentos, pelo que a direcção executiva das escolas deverá estar representada nos processos de selecção das AEC.

Caberá à direcção das escolas verificar e controlar as habilitações académicas e profissionais dos docentes, além de assegurar o reconhecimento e a contagem do tempo de serviço.

A lista dos professores contratados deverá ainda ser remetida pela direcção da escola à respectiva direcção regional de educação.

Por último, a tutela aconselha ainda que na elaboração de horários as actividades devem ser planificadas em parceria entre as escolas, incluindo professores titulares de turma, e as entidades promotoras.

De acordo com os dados apresentados pelo ME em Maio, 185.230 alunos (taxa de adesão de 88,8 por cento) frequentam o Ensino do Inglês nos 3º e 4º anos, 273.178 (65,3 por cento) o Ensino da Música, 316.127 (75,6 por cento) a Actividade Física e Desportiva e 339.044 (81,1 por cento) o Apoio ao Estudo.

No ensino da Música, a adesão dos alunos situa-se apenas nos 65,3 por cento devido «às dificuldades recrutamento de professores qualificados para assegurar esta actividade».

No 1º ciclo do ensino básico público estão matriculados 419.765 alunos.

Das entidades promotoras, as autarquias representam 94,1 por cento, os agrupamentos de escola 2,9 por cento, as associações de pais 1,4 por cento e as Instituições Particulares de Solidariedade Social 1,1 por cento.

Fonte: Sol

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