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O Círculo

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Category Archives: Exposição

A Escola Artística e Profissional Árvore, no Porto, acolhe entre 04 e 07 de Dezembro a sexta edição do Mercado Negro – Feira do Livro Alternativo, onde mais uma vez será permitido «roubar» livros.

Raul Simões Pinto, co-organizador desta feira bienal, disse à agência Lusa que, à semelhança das edições anteriores, haverá uma «zona de roubo», uma caixa de onde «será possível roubar um livro numa compra igual ou superior a 30 euros».

O valor fixado para este ano reforça o «incentivo ao roubo» de livros, dado que em 2005 só poderiam «deitar mão» à caixa os visitantes que fizessem compras superiores a 35 euros.

O VI Mercado Negro vai ter à venda centenas de títulos de literatura «vadia», marginal e alternativa, na generalidade de edições muito pequenas e sem acesso ao circuito comercial normal.

A feira assume-se já como ponto de encontro do que Raul Simões Pinto, autor dos livros «Putas à Moda do Porto» e «As Tascas do Porto», classifica como «a família marginal».

O Mercado Negro é organizado pela Escola Árvore, pelas editoras independentes Edições Mortas, Estratégias Criativas, Black Sun, Vendaval, Canto Escuro, Corpos e Chili Com Carne, e pelas revistas Águas Furtadas, Intervalo, Boca de Inferno, Nada, Húmus, Big Ode e Coice de Mula, entre outras.

Fonte: PD

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A cara do mais famoso rei do antigo Egipto, Tutankhamon, foi posta em exibição pública pela primeira vez, ou pelo menos o que resta dela.

A múmia de Tutankhamon foi retirada do sarcófago em pedra onde se encontrava e colocada numa nova caixa de vidro com atmosfera controlada, dentro do seu túmulo no vale dos Reis, em Luxor, segundo conta a BBC.

Quando os peritos levantaram Tutankhamon do seu caixão, ainda de acordo com o relato da BBC, retiraram-lhe durante alguns momentos o tecido de linho branco que cobria os seus restos, revelando uma face e um corpo enegrecidos e mirrados.

Esta mudança ocorre 85 anos depois de o túmulo do Faraó ter sido descoberto pelo explorador britânico Howard Carter.

Até agora, só cerca de 50 pessoas vivas tinham visto a cara do rei-rapaz, que se pensa que tenha morrido aos 19 anos de idade, há mais de 3000 mil anos.

Esta iniciativa faz parte de um plano para proteger os restos mortais de Tutankhamon, que os especialistas dizer estar ameaçados pelo calor e humidade que um elevado número de turistas leva para o interior do túmulo.

Fonte: Público

A III Bienal de Artes de Coruche abre hoje portas no Museu Municipal local, expondo 72 obras de cerca 40 artistas plásticos que concorrem a um Grande Prémio, no valor de 3.500 euros. A exposição pode ser visitada até ao dia 21 deste mês.

A Bienal contou este ano com uma participação recorde, um total de 543 obras de cerca de 300 artistas, mas uma “maior selectividade” levou à escolha de apenas 72, disse à agência Lusa o comissário da exposição, arquitecto Carlos Janeiro.

Quando a exposição abrir, às 18:00, serão anunciados os vencedores escolhidos por um júri que integra o comissário da exposição, um representante do Museu Municipal de Coruche, outro da Câmara Municipal e duas pessoas da área. Este ano o artista plástico Pedro Casqueiro e o coleccionador de arte Rui de Brito foram os convidados.

A obra premiada ficará na posse da entidade patrocinadora, este ano o BES, que pide decidir ficar com a peça ou doá-la ao museu. São ainda atribuídas três menções honrosas, com prémios que rondam os 250 euros.

A sessão de abertura contará com a animação “interactiva” dos Las Guitarras Loucas, estando ainda agendado para dia 6 um recital de Caio Pagano e para dia 20 duas pequenas performances teatrais, “Retrato” e “Bocage na Taberna do Parra”, sempre às 18:00.

No fim-de-semana de 12 a 14, Coruche vai acolher a sua Feira do Livro e o Festival de Gastronomia e um concerto, na sexta-feira, com Jorge Palma, numa iniciativa da autarquia que é associada à Bienal.

Fonte: Público

A XIV Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Cerveira é hoje oficialmente inaugurada, abrindo as portas a 300 artistas nacionais e internacionais, num total de 543 obras.

O grande prémio desta edição da Bienal, que encerra a 29 de Setembro, foi atribuído anteontem ao artista israelita Zadoc Ben-David, com a instalação Black Fields, que se encontra exposta no Museu Municipal de Caminha. O júri decidiu ainda atribuir o Prémio Revelação ao artista suíço Pascal Nordmann, com L’Esprit des Lieux à Vila Nova de Cerveira, e o prémio IPJ a Saray Garcia Rua e Ana Eiriz, autores do vídeo ÓXYMORON.

O prémio Águas do Minho e Lima foi ganho por Pedro Serrenho, com a obra A Natureza Cíclica da História-Inevitável Declínio e Queda, enquanto Paulo Neves arrecadou, com a escultura RODA, o prémio DST — Domingos da Silva Teixeira, S.A.

Com o prémio Caixa de Crédito Agrícola Alto Minho foram distingidos quatro artistas: Augusto Canedo (As Minhas Fatuchas, técnica mista s/papel); Liang Chen (Entre ciel et terre 1 e Entre ciel et terre 2; Sejma Prodanovic (Mer e Noon, colagens); e Yun-Jung (Black Rainbow I e Black Rainbow II, ambos em ponta seca).

O júri foi constituído por José Manuel Carpinteira (presidente da CMVNC), Alberto González-Alegre e Joaquin Lens Tuero (críticos de arte), Jaime Isidoro (pintor) e Henrique Silva (director da bienal).

No decorrer desta bienal serão homenageados Júlio Resende, a Fundação Marguerite e Aimé Maeght, de Paris, e Maria Marcelina, considerada uma das grandes obreiras das bienais de Cerveira.

Além do concurso internacional, a bienal inclui ateliers de arte electrónica, pintura e escultura, intervenções de rua, concertos, colóquios, mesas redondas e visitas guiadas, entre outras iniciativas. Haverá também uma exposição com artistas convidados e ateliers com artistas a trabalhar ao vivo em regime de workshop.

Hoje, a partir das 14h30, realizam-se as inaugurações nos espaços descentralizados do concelho, nomeadamente no Convento S. Paio (Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa), Centro Cultural de Campos (Novas Simbologias), Casa do Artesão (arquitectura à Margem), Salão dos Bombeiros (L’Esprit des lieux, de Pascal Nordmann), Pousada D. Dinis (instalação RD Line) e Escola Superior Gallaecia (arquitectura, Design e Ecologia).

Fonte: Público

O Ecotopia é um acampamento anual de activistas de toda a Europa e um encontro aberto a todas as pessoas interessadas em questões ambientais e de justiça social.

O Ecotopia acontece todos os anos desde 1989, sempre num país diferente. É organizado pela EYFA (Juventude Europeia pela Acção) e por uma ou várias associações ambientais do país, que funcionam como organização que acolhe o evento.

Neste ano, a 19ª edição irá decorrer em Portugal, promovida pelo GAIA (Grupo de Acção e Intervenção Ambiental).

O Ecotopia é um local de aprendizagem, partilha de experiências e difusão de informação sobre questões ambientais, sociais e políticas, entre outras. Entre 200 e 600 pessoas participam em cada edição do Ecotopia, para partilharem conhecimentos e discutirem sobre um amplo leque de assuntos, tais como: alterações climáticas, transportes e mobilidade, transgénicos, agricultura biológica, construção ecológica e infraestruturas sustentáveis, política e sistema económico global, estratégias para acções, experiências de campanhas, medias alternativos, migrações, racismo e xenofobia, questões culturais, influências sobre e das pessoas…

Todos os anos o Ecotopia tem um tema diferente, que se tenta que tanto esteja relacionado com o local, como que vá de encontro às emergências globais. Sendo assim, o tema escolhido este ano são as migrações, que terão especial relevância nos dias 10, 11 e 12 de Agosto.

O Ecotopia é igualmente um modelo funcional de comunidade auto-sustentável que coloca em prática os princípios de um estilo de vida alternativo e mais amigo do ambiente: tomadas de decisão por consenso, reciclagem de lixo, refeições vegetarianas, uso de energias alternativas… Sempre que possível, @s ecotopian@s participam em acções de voluntariado na zona, tentam envolver as pessoas locais nas questões do ambiente, assim como capacitam organizações locais.

O Ecotopia tem uma estrutura horizontal (não-hierárquica) e auto-organizada; a tod@s é pedido que tomem parte no funcionamento do campo, resolvendo problemas e tomando decisões. E tod@s são responsáveis pelo programa!

O Ecotopia funciona no sistema de ecotaxas – um sistema económico alternativo baseado no padrão de vida e rendimento médio de cada país, em vez de baseado nos mercados financeiros, o que significa que cada um no Ecotopia paga pela comida o mesmo que pagaria no próprio país.

Uma das melhores formas de chegar ao Ecotopia foi sempre a BikeTour.

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Portugal participa pela primeira vez na Quadrienal de Praga, exposição internacional de cenografia e arquitectura para teatro, que decorre de 14 a 24 de Junho, com o projecto «Arquitecturas em Palco», do arquitecto e cenógrafo João Mendes Ribeiro.

A presença oficial portuguesa na 11.ª edição do evento, organizada e produzida pelo Instituto das Artes, foi hoje saudada pela ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, numa conferência de imprensa para apresentar o projecto, orçado em 300.000 euros.

«Congratulo-me pelo facto de o ex-Instituto das Artes, nova Direcção-Geral das Artes, ter concretizado este projecto, sobretudo num momento de grande rigor orçamental», declarou a ministra no Teatro Nacional D. Maria II, local escolhido para a apresentação de «Arquitecturas em Palco».

«Há uma péssima tradição de falta de diálogo entre instituições dentro do ministério da Cultura que é bom que acabe. Este é um bom exemplo», frisou Isabel Pires de Lima, acrescentando que «este projecto se integra no esforço que o ministério da Cultura vem fazendo no sentido de internacionalizar a arte e os artistas portugueses.

No âmbito de «Arquitecturas em Palco», vão ser expostas na 11.ª Quadrienal de Praga 16 cenografias seleccionadas, «que traduzem o espírito contemporâneo de contaminação entre disciplinas», subordinadas a dois temas, indicou o autor do projecto.

O primeiro tema é «a cenografia enquanto experimentação arquitectónica, a utilização de objectos marcadamente geométricos e modelares e a questão da habitabilidade dos espaços – por essa via, fazemos uma aproximação à arquitectura», explicou.

O segundo tema prende-se com «espaços e objectos como extensões do corpo». «Recuperámos e reciclámos objectos concebidos para outras finalidades» – prosseguiu – como as mesas-mala, um objecto criado em 1998 para um espectáculo da coreógrafa Olga Roriz, intitulado «Anjos, Arcanjos, Serafins, Querubins… e Potestades».

O projecto incluirá igualmente a projecção de filmes, com a exibição de cerca de 15 minutos de recolha de algumas cenografias e, também com a mesma duração, de um filme encomendado a Olga Roriz para associar a este evento: «A Sesta».

Depois da inauguração em Praga, a 15 de Junho, «Arquitecturas em Palco» «vai itinerar», estando patente na segunda quinzena de Jullho e primeira de Agosto em Barcelona e no mês de Outubro e primeira quinzena de Novembro em São Paulo, indicou Orlando Farinha, da Direcção-Geral das Artes.

Está também prevista uma passagem da exposição por Lisboa e pelo Porto em 2008, em datas ainda por definir, acrescentou Adelaide Ginga, do Instituto das Artes.

Fonte: Lusa

O mês de Junho é sinónimo das Festas da Cidade de Lisboa. Os bairros mais típicos como Alfama, Madragoa e Mouraria acolhem os festejos enfeitando as ruas com os tradicionais balões e arcos. É altura dos Santos Populares, dos arraiais, dos manjericos e, claro, da sardinhada. Nas ruelas dos bairros, os restaurantes e as tasquinhas vendem aquela que é a refeição mais pedida, a sardinha, no prato ou em cima da fatia do pão.

Foi a pensar nestas festividades que a Crafts & Design dedicou a sua 10ª edição ao tema Cultura Alfacinha, prestando a sua homenagem à cidade que a acolhe desde Setembro de 2006. E o peixe também não vai faltar, mas com algumas diferenças. Por exemplo, o fumo e o cheiro das sardinhas não vão invadir o Jardim da Estrela, porque aos visitantes vão ser oferecidos, durante a tarde, um outro tipo de sardinhas. São “sardinhas culturais”, uns marcadores de livros bem originais.

O fim-de-semana é para passear e como os dias de Verão já chegaram porque não aproveitas e visitas a tua cidade. Um dos percursos possíveis é a Estrela, apanhas a boleia e visitas a feira ficando a conhecer as propostas dos novos criadores que a Crafs & Design reuniu para ti, nesta edição. A feira, que conta com uma montra de mais de 60 artesãos/designers, chega já neste dia 3 de Junho voltando também no dia 24 do mesmo mês. E podes visitá-la entre as 9h e as 19h.

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