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O Círculo

Empowering Communities

Category Archives: Emprego

“São várias, estimulantes e pertinentes as questões de partida, às quais os/as autores/as procuram dar resposta através do cruzamento virtuoso entre a abordagem metodológica quantitativa e a qualitativa, a saber: que características assume o empreendedorismo imigrante feminino em Portugal, em que sectores de actividade se concretiza, quais os tipos de negócio, quais as fontes de financiamento, com que oportunidades e dificuldades práticas se depara? Como se traça o perfil (ou os perfis) das mulheres imigrantes que desenvolvem esse projecto laboral ? Como conciliam a iniciativa empreendedora com a vida profissional e pessoal? Quais as suas trajectórias de vida e como se tem desenhado o seu percurso migratório? Corresponde o empreendedorismo a um projecto de mobilidade socioeconómica, de capacitação e emancipação das mulheres que o protagonizam? Como podem ser concebidos e implementados programas e políticas de apoio eficazes ao empreendedorismo imigrante feminino?”

Mulheres Imigrantes Empreendedoras (formato .pdf)

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Nunca houve tantos licenciados em Portugal. E nunca foi tão difícil para os jovens encontrar emprego. As centrais sindicais dizem que a greve geral também é feita em nome desta geração que se pode perder, entre a precariedade e o apelo da emigração. Num cenário de “défice democrático” no mundo laboral, os melhores são os que arriscam sair do país.
A taxa de desemprego entre os jovens mais do que duplica o índice geral. Entre os que arranjam emprego, só cerca de um terço escapa à regra dos contratos a termo, recibos verdes e outras formas de precariedade. Um em cada dez licenciados abandona o país. É o retrato de uma geração sem saída. Em tempos de greve geral, não espanta que as centrais sindicais tenham colocado os jovens na primeira linha da luta.

Sendo Portugal um país com baixa qualificação académica da sua força de trabalho – e tendo em conta a importância da formação num mundo cada vez mais competitivo -, o número crescente de licenciados a saírem das universidades deveria ser uma boa notícia. Mas não é. No actual cenário de crise, os jovens são os mais prejudicados pela extinção de postos de trabalho e, entre eles, os que investiram na formação académica são exactamente os que se deparam com mais portas fechadas.

Elísio Estanque, professor de Economia e investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, considera que este discurso das centrais sindicais é “ainda mais apropriado pelo facto de o instinto de sobrevivência e o individualismo criarem junto dos jovens alguma resistência às formas de luta colectiva”. Cabe ao sindicalismo encontrar “formas de os sensibilizar e mobilizar”.

“O individualismo assume-se em situações de desafogo, quando há oportunidades. Em situações de crise, isto muda”, diz Elísio Estanque, convicto de que “o individualismo já atingiu o seu ponto de exaustão”. “Acho natural que, por desespero ou consciencialização, os jovens comecem a organizar-se de outra forma.” Nesse sentido, “a recente invasão pacífica de um call-center pode ser um sinal dos tempos”.

Formas de luta mais imaginativas conseguem tornear as dificuldades colocadas por um sistema que os impede de “dar a cara de forma explícita”. Com contratos a prazo ou a recibos verdes, não é fácil afrontar a entidade patronal, para mais numa altura em que se vive um “défice democrático”, na opinião de Elísio Estanque: “Ser sindicalizado é ser criminoso, diabolizam-se os sindicatos de forma excessiva. E a repressão, o controlo e o despotismo acabam por privilegiar os medíocres em detrimento dos mais competentes. A fidelidade é mais importante do que a competência.”

Os melhores estão a sair?

Com poucos (e maus) empregos à sua espera, não espanta que muitos jovens optem por deixar o país. O fluxo da emigração atingiu nesta década valores só comparáveis aos do êxodo dos anos 60 do século passado e os números só baixaram nos últimos dois anos porque a crise também se faz sentir lá fora. Rui Pena Pires, sociólogo e professor do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, em Lisboa, fala em 60.000 saídas por ano – eram à volta de 70.000 na década de 1960. Os números são diferentes, no entanto, porque antigamente “quase ninguém regressava no curto prazo e agora a mobilidade é maior”.

“Ainda não há estatísticas por idade, só daqui a uns seis meses. Mas a emigração concentra-se na população activa jovem… Por dedução, pensamos serem esses os que estão a sair”, explica o coordenador do projecto de investigação Atlas das Migrações. Quando chegarem, os números tratarão de confirmar o sentimento geral. “Todos nós conhecemos gente que saiu recentemente de Portugal. Os meus dois filhos, por exemplo, estão fora do país.”

Mais preparados, em muitos casos até com relacionamentos cultivados em programas de intercâmbio estudantil, os licenciados estão na primeira fila dos que olham para lá das fronteiras. O mercado de trabalho é global. O Banco Mundial calculou que um quinto dos licenciados portugueses vive fora do país e uma afinação dos números aponta para um dado ainda mais significativo: um em cada dez (11 por cento) licenciados tira o “canudo” por cá, antes de emigrar.

    “Não é um número terrível. No Reino Unido, são 10 por cento os recém-licenciados que emigram. Mas, lá, as entradas de pessoas com qualificações universitárias mais do que compensam este fluxo. Em Portugal, não”, analisa Rui Pena Pires. Ou seja, neste momento, Portugal é um exportador de cérebros. Alguns saem porque as suas carreiras (na investigação científica ou em multinacionais, por exemplo) apontam nessa direcção. A maior parte sai porque não tem perspectivas de futuro. “Temos de contar com as gerações que estão a chegar, se queremos que a economia seja competitiva, que as pessoas se sintam seguras, que a democracia floresça”, lembra Elísio Estanque. “Mas, pelos indícios que temos, os mais qualificados, os mais competentes, são os mais ousados e os que assumem o risco de ir para fora…”“É preciso alargar horizontes”
    Bruno Cea, 24 anos, licenciado em Negócios Internacionais (Universidade do Minho)

    Aconteceu a Bruno o que tantas vezes acontece a quem procura uma saída: apareceram-lhe duas. Há cinco meses, entre uma “boa proposta” de estágio numa empresa e a “oportunidade única” de estagiar no Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), escolheu a segunda. “As oportunidades aparecem; é preciso é estarmos prontos para as agarrar.”

    Terminada a licenciatura, trabalhou num restaurante e foi a Angola, onde percebeu que há “boas oportunidades” mas a prioridade é dada “a jovens quadros angolanos”. Regressou a Barcelos e começou a procurar trabalho. “O mercado pede coisas a um recém-licenciado, como “três anos de experiência”…”

    Agora está em Lisboa e foi “muito bem recebido” no MNE, onde está apostado em “desenvolver competências”. Bruno diz que “é preciso alargar horizontes”, sejam eles geográficos (“Não podemos confinar-nos ao mercado doméstico”) ou intelectuais (“Tudo o que aprendemos faz-nos crescer enquanto pessoas.”)

    A “precariedade, o desemprego, o custo de vida, as propinas elevadas e as práticas em algumas empresas” justificam o descontentamento das pessoas e elas têm o direito de se manifestar. Mas Bruno acha que a greve não é a melhor solução: “O que é importante para os jovens é que se aposte em dar-lhes competências.”

    “Gostava que a greve tivesse efeito”
    Miguel Paisana, 24 anos, 12.º ano

    Miguel está a trabalhar na hotelaria. Mas, apesar de este ser o seu “primeiro emprego a sério”, não é coisa para durar. “É temporário, uma maneira de ganhar algum dinheiro, até porque esta não é a minha área… O que gostava mesmo era de encontrar alguma coisa na área da saúde.”

    Tal como ele, a maior parte dos seus amigos não consegue fixar-se num emprego estável. “Andam em trabalhos temporários, call-centers, coisas assim. Estão sempre a mudar, anda toda a gente na mesma situação. Sem curso é muito difícil. Mesmo com curso…” Ele não foi para a universidade e até aproveitou para ir experimentando algumas actividades enquanto estudava. Coisas variadas, “mas só de um/dois dias, uma semana”, ao serviço de uma empresa de eventos.

    Ficaram as experiências, mas o que o move realmente é a vontade de encontrar uma oportunidade para poder trabalhar na área da saúde. E também uma pequena esperança de que as coisas mudem: “A minha opinião é que as greves não têm grande impacto. Mas gostava que esta tivesse efeito.”

    “Prefiro sair do que ficar frustrada”
    Filipa Paciência, 24 anos, licenciada em Biologia (Universidade de Évora)

    Filipa não é politicamente activa e até se classifica como “descrente”: “É do tipo “são todos iguais”… Voto sempre na oposição, para ver se mudo alguma coisa.” Mas exerce a sua cidadania sempre que pode. “Já andei a recolher assinaturas para petições, contra as touradas, contra a utilização de peles. Também tenho apoiado coisas pela Internet. Não se pode fazer muito, mas ajuda-se sempre.”

    Desta vez, ela assiste de fora. Em tempos de greve geral, está em Bilbau, onde procura vaga para um estágio de seis meses no âmbito do programa Leonardo da Vinci. “Se estivesse aí, aderia! São acções necessárias, nem que seja para chamar a atenção. É claro que podem dizer: “Falas muito e depois não ajudas o país!” Mas eu prefiro sair do que estar à espera, eternamente a lutar, e a ficar frustrada.”Não foi apenas a falta de oportunidades a empurrá-la para fora do país. A possibilidade de melhorar os conhecimentos na língua espanhola, o gosto por viajar e conhecer pessoas diferentes e também o facto de “pagarem mais” pesaram na escolha de Filipa. Fez a mala e partiu. A família já estava mentalizada. “Antes de Bilbau, tinha pensado em Buenos Aires, por isso até ficaram aliviados!”

    “Se quero ser independente, tenho de emigrar”
    Rodrigo Gaspar, 24 anos, licenciado em Arquitectura (Universidade Autónoma)

    Rodrigo vai, em breve, ter uma entrevista de trabalho. Na Suíça. “Numa low-cost não sai assim tão caro… E há soluções para passar a noite sem gastar quase nada.” É preciso fazer contas, mas esta pode ser uma oportunidade rara: apesar de estar a cumprir o estágio em Portugal, ele já se convenceu que o futuro deverá passar pela emigração.

    “Encaro isso como uma necessidade. Estou na fase em que quero ser independente, sair de casa dos pais. Cá é impossível. Emigrar torna isso possível, dá-nos experiência. É preciso ter estofo, mas acho que uma mente aberta ajuda.” Para ele, essencial mesmo é terminar o estágio, única forma de ser reconhecido pela Ordem dos Arquitectos. Depois, bom, as notícias não são as melhores: “O sector da construção está a lutar pela sobrevivência e os ateliers de arquitectura estão todos aflitos.”

    Não é só na arquitectura que as coisas estão más. “Consigo fazer uma lista enorme de gente que quer sair. Alguns foram mesmo para fora antes de acabarem o curso. Dos meus amigos, talvez só os advogados se estejam a safar…” E assim chegamos à greve geral: “Gostava de aderir, mas perdia um dia de trabalho… Se a greve for maciça, pode ser que mande uma mensagem aos políticos.”

    Fonte: Público

    A maioria esmagadora dos 200 mil que recorrem ao Banco Alimentar é de mulheres. Mas a revelação mais dramática é de que existem quase cinco mil na fila de espera. Metade dos que procuram comida ganha menos de 250 euros. O inquérito abrangeu quase 4700 pessoas.

    Sessenta e seis mil famílias recorrem à rede do Banco Alimentar Contra a Fome (BACF) o que corresponde a mais de 200 mil pessoas, segundo a análise da Universidade Católica divulgada hoje. A análise foi realizada entre Junho e Outubro e abrangeu mais de 550 organizações numa parceria com o Banco Alimentar e a Associação Entreajuda, o Centro de Estudos e Sondagens da Católica.

    Na amostra recolhida para o estudo divulgado hoje há 75 por cento de mulheres, o que “pode dever-se ao facto de serem elas que, dentro do agregado familiar, mais se dirigirem às instituições a pedir ajuda”.

    Nos últimos três anos, mais de 70 por cento das instituições de solidariedade social registaram mais pedidos de apoio para alimentação, situação atribuída sobretudo pelo aumento do desemprego.

    É a vulnerabilidade económica decorrente quer do aumento do desemprego, quer das baixas reformas, que, a par de rupturas familiares, estão na base do aumento da procura alimentar”, conclui a análise.

    O inquérito do Centro de Estudos e Sondagens da Católica foi respondido por 1500 organizações de solidariedade que integram a rede do Banco Alimentar, num universo de mais de 3200 instituições.

    Menos de 250 euros

    Cerca de metade dos portugueses que recorrem à instituições de solidariedade social têm menos de 250 euros por mês para viver, segundo um inquérito realizado pela Universidade Católica.

    Com base nas respostas, a análise estima que as instituições prestem apoio alimentar a 66 500 famílias, a que correspondem 239 470 pessoas. No que respeita ao apoio em medicamentos, pode concluir-se que actualmente são 6600 as famílias ajudadas, num total de quase 16 mil pessoas.

    Estima-se ainda que as instituições que pertencem à rede do BACF dão igualmente apoio monetário a 5700 famílias e 11 968 pessoas.

    Os valores acumulados representariam um apoio global a mais de 350 mil pessoas, mas o estudo nota que não é possível apurar um valor total de pessoas cobertas por estas medidas sociais, uma vez que existem famílias e utentes que beneficiam de mais de que uma forma de ajuda.

    Numa análise mais detalhada por faixa etária, o questionário mostra que são pelo menos 74 mil as crianças que recebem apoio alimentar da rede do BACF, número que o próprio estudo admite estar aquém da realidade.

    No que respeita ao apoio em medicamentos, pode concluir-se que actualmente são 6600 as famílias ajudadas, num total de quase 16 mil pessoas.

    Estima-se ainda que as instituições que pertencem à rede do BACF dão igualmente apoio monetário a 5700 famílias e 11 968 pessoas.

    27% passam pelo menos um dia sem ter o que comer

    Mais de um quinto das pessoas que procuram instituições de solidariedade sente falta de alimentos pelo menos uma vez por semana, segundo um inquérito realizado pela Universidade Católica, em parceria com o Banco Alimentar e a Associação Entreajuda.

    Do universo de 4691 utentes de mais de 500 instituições que responderam aos questionários, 27 por cento mencionaram estar um dia inteiro sem comer algumas vezes por semana ou pelo menos uma vez.

    “Vinte por cento diz não ter comida até ao final do mês, 32 por cento diz que tal acontece às vezes e 49 por cento diz ter sempre comida até ao fim do mês”, refere ainda o estudo hoje divulgado.

    Numa análise aos gastos dos utentes das instituições de solidariedade social, as despesas com alimentação e casa são as que mais pesam na fatia da verba mensal disponível, seguidos dos gastos com médicos e medicamentos.

    As despesas com vestuário e calçado ou outros empréstimos representam valores abaixo dos 10 por cento do total.

    Cerca de um terço dos inquiridos contraiu empréstimos, a esmagadora maioria para a compra de casa, mas só menos de metade dizem pagar sempre as mensalidades.

    Além da compra de casa (53 por cento), o carro (19 por cento) e os eletrodomésticos (16 por cento) são os bens que mais frequentemente são comprados a crédito. Apenas seis por cento diz ter recorrido a crédito para adquirir um televisor, verificando-se a mesma percentagem para consolas de jogos. Da análise resulta ainda que quatro em cada dez pessoas só compram os medicamentos quando têm dinheiro ou optam pelos mais baratos, não conseguindo adquirir sempre os remédios que são receitados pelo médico.

    Numa auto-avaliação à sua situação económica, 72 por cento dos inquiridos sentem-se pobres, com uma larga maioria a atribuir a culpa da sua situação à própria sociedade (situações de desemprego ou rendimentos baixos).

    Apenas 14 por cento dos utentes que se consideram pobres se culpabilizam pela sua situação desfavorecida.

     

     

    Fonte: Público

    pejeneEstão abertas as inscrições para o PEJENE 2009 – Programa de Estágios de Jovens Estudantes do Ensino Superior nas Empresas, promovido pela Fundação da Juventude.

    Estas inscrições são realizadas exclusivamente por via electrónica

    • até 30 de Abril para estudantes e
    • até 29 de Maio para as empresas interessadas em acolher estagiários

    Os estágios vão ter lugar entre os meses de Julho e Setembro e destinam-se a todos os jovens que frequentem o penúltimo e o último ano de qualquer curso do ensino superior (Licenciatura, Mestrado  ou Mestrado Integrado), em estabelecimentos de ensino público, privado e/ou cooperativo, abrangendo todas as áreas de estudo.

    Com uma duração mínima de 2 meses e máxima de 3, estes estágios não são remunerados, recebendo os estagiários o subsídio de alimentação e transporte (a suportar pela empresa/entidade acolhedora).

    O PEJENE visa a criação de uma relação directa entre as Universidades e as Empresas durante o período de formação escolar e curricular dos jovens e permite aos jovens estudantes aceder a uma experiência profissional reconhecida, facilitando a sua posterior entrada no mercado de trabalho.

    Este programa de estágios é de âmbito nacional e já se encontra na sua 17ª edição.

    Para mais informações navega em www.fjuventude.pt/pejene2009/ e inscreve-te aqui!

    A Ellipse Foundation Contemporary Art Collections foi criada em 2004 com o objectivo de disponibilizar ao público português e internacional uma colecção de arte contemporânea de referência mundial, desenvolvendo igualmente diversas actividades culturais e educativas.

    Conta actualmente com 880 obras de 171 artistas em diversos media que possibilitam uma panorâmica da produção artística na viragem para o século XXI.

    O Art Centre de Cascais, onde está instalada a Colecção, é um espaço multidisciplinar que apresenta um programa de exposições que engloba uma grande mostra colectiva anual, bem como project rooms centrados em alguns artistas da Colecção ou produção nova de jovens artistas.

    A Ellipse Foundation procura estabelecer uma relação contratual com um conjunto de jovens curadores portugueses com talento de nível internacional para acompanhar projectos quer no seu Art Centre, quer no estrangeiro.

    Requisitos:

    • Idade máxima: 35 anos
    • Nacionalidade: Portuguesa
    • Formação na área de curadoria ou similar
    • Experiência profissional ao nível da produção e curadoria de exposições de arte contemporânea
    • Capacidade de organização e planeamento
    • Conhecimentos de gestão museológica e de conservação de objectos artísticos
    • Capacidade de pesquisa e escrita
    • Capacidade de comunicação com diversos públicos
    • Bons conhecimentos de informática (bases de dados, programas de tratamento de imagens)
    • Bons conhecimentos de Inglês (falado e escrito)

    A selecção a estabelecer poderá basear-se na análise curricular ou em projectos que se queiram apresentar. a relação contratual será renumerada por projecto.

    Mais informações em : http://www.ellipsefoundation.com

    “Melhor Conhecimento e Compreensão da Juventude” é um dos tópicos fundamentais no trabalho desenvolvido pelo Programa de Parceria na área da Juventude entre o Conselho da Europa e a Comissão Europeia.

    Até à data, o European Knowledge Center for Youth Policy – EKCYP tem vindo a reunir

    1. Informação nas áreas prioritárias do Livro Branco da Política Europeia de Juventude (vê, no EKCYP, os questionários sobre Participação, Informação, Melhor Conhecimento e Actividades Voluntárias) e
    2. Informação geral sobre a política de Juventude em vários dos países da UE (vê as chamadas Fichas de País).

    Baseada na Comunicação da Comissão sobre a Promoveção de uma Participação Plena dos Jovens na Educação, Emprego e Sociedade (Bruxelas, 04.09.2007, COM(2007) 498 final), o EKCYP tem este novo papel de reunir dados sobre os 3 tópicos transversais:

    • Emprego
    • Condições de vida e Estilos de vida
    • Inclusão social dos jovens

    É neste contexto que surgem as candidaturas para peritos.

    Relativamente aos três tópicos transversais, pretende-se que eles

      • desenvolvam uma estrutura de informação comum
      • recolham informação disponível nas fontes existentes sobre a situação da Juventude na Europa

    Os peritos serão contratado pelo Programa de Parceria e podem candidatar-se

    • quer como pessoas singulares que se proponham trabalhar tópicos únicosIndividual Offer

    ou

    • enquanto grupo, um consórcio, um Instituto, uma organização , ou qualquer outra entidade que trabalhe os 3 tópicosJoint Offer

    O prazo de candidatura é o dia 17 de Março de 2008 até ao meio dia

    As candidaturas devem ser enviadas, em versão electrónica, para o Secretariado do Programa de Parceria.

    Para todos os dados sobre esta iniciativa clica aqui.
    Para saberes mais sobre os tópicos transversais clica aqui.
    Para acesso a documentos, clica aqui.

    Acede, depois, aqui à Ficha de Inscrição!

    Para mais informação e questões
    contacta
    Marta Medlinska
    e-mail marta.medlinska@coe.int ou
    tel. +33 3 90 21 4916.

    A Amnistia Internacional está à procura de colaboradores para integrar as equipas de rua da instituição em Leiria.

    O trabalho, remunerado, consiste em divulgar as actividades da instituição e angariar novos membros.

    Desde o início do projecto Face to Face, as equipas de rua conseguíram inscrever mais de seis mil apoiantes em todo o mundo.

    A marcação de entrevistas pode ser feita por email para j.brandao@amnistia-internacional.pt.

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