Skip to content

O Círculo

Empowering Communities

Category Archives: Conferência

A Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP), em parceria com a Associação Portuguesa de Sociologia (APS), está a organizar o II Encontro de Sociologia da Educação. Dedicado ao tema “Educação, Territórios e (Des)Igualdades”, o encontro terá lugar na FLUP, nos dias 27 e 28 de Janeiro.

Inscrições abertas.

Para mais informações,

visite http://encontrosociologiaeduc.blogspot.com.

Advertisements

coloquioperversao

Em tempos recentes, perversão parece ter-se tornado um significante livre. Por um lado, reactualiza-se nesse conceito uma leitura teológica, identificando o denominador comum do pecado ou a condição da existência num mundo marcado pela morte de Deus. Por outro, as artes não param de reivindicar um carácter perverso, por destruição ou irónica reciclagem de tradições; porque a tradição da ruptura é hoje também tradição da perversão, ou perversão de perversões. Ao mesmo tempo, a psicanálise de raiz freudiana sistematiza os comportamentos perversos do indivíduo, como patologia, estagnação no desenvolvimento libidinal, ou legítima fantasia.

De que falamos, pois, quando falamos de perversão?

Parece ser perverso o que começa nas margens de qualquer sistema, per-vertendo-o, in-vertendo-o. Nesta perspectiva, o conhecimento humano e a linguagem que o configura começam sempre por ser perversos. Todas as revoluções científicas, políticas, artísticas são necessariamente perversas, como é perverso o espaço comum que suscitam: esse lugar onde convivem Newton e Einstein, Marx, Lenine e Mussolini, Júlio Dantas e Almada Negreiros. Resta saber que perversão pode existir fora do modelo da revolução. E, se cada novidade começa por ser perversa face a um sistema, resta ainda saber como se perde e desfaz a perversão do conhecimento de cada vez que um novo conteúdo é canonizado pela doxa.

Eis-nos, então, perante o paradoxo. Se o século XX defendeu que todos temos direito à perversão, como entender a contradictio in terminis que é a perversão legitimada? Não haverá uma perda insanável nesse livre acesso contemporâneo ao perverso, que o torna mercadoria kitsch? Ou representará o kitsch justamente o triunfo mais perverso da perversão no campo estético? E finalmente: se hoje a única perversão possível for recu¬sar a perversão, se a dialéctica do legítimo e do ilegítimo perder o equilíbrio que sustém o seu movimento, resta inventar novas possibilidades criativas do perverso — ou simplesmente abandonar esse caminho por demais trilhado?

Estas são algumas das questões de partida do Colóquio Internacional Artes da Perversão, que compreenderá uma reflexão crítica alargada a diversos ramos do saber, dos estudos literários aos estudos de cinema, do teatro às artes plásticas, sem esquecer a psicanálise e a teologia

PROGRAMA
COLÓQUIO INTERNACIONAL E INTERDISCIPLINAR ARTES DA PERVERSÃO

Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
23-24 de Abril de 2009

► 23 de Abril Anfiteatro Nobre

10:00 Recepção dos conferencistas

10:30 Abertura

11:00
Moderador: Rosa Maria Martelo

Phillip Rothwell (Rutgers Univ.)
Bodies Without Places: Perversion in Contemporary Capitalism through Lacan, Badiou and Žižek

Luís Mourão (IP Viana do Castelo)
A voz material da ética e a voz material da perversão: começar e acabar em alguns mundos de Gonçalo M. Tavares

Juan José Adriasola (Rutgers Univ.)
Perversas narrativas: mercado político y “nueva narrativa” en el Chile de los 90

13:00 Almoço

14:30
Moderador: Luís Maffei

Alexandra Moreira da Silva (Univ. Porto)Formas perversas, vozes ob(s)cenas no teatro contemporâneo: Sade, Sacher-Masoch, Crébillon, Laclos

José Alberto Ferreira (Univ. Évora)
A perversão do método, ou o método da perversão

Paulo Eduardo Carvalho (Univ. Porto)
Sófocles e Molière (per)vertidos por Martin Crimp

16:30 Pausa para café

16:45
Moderador: Laura Ferreira dos Santos

David Barros (Univ. Nova Lisboa)«Pardon me, but my teeth are in your neck»: Os caminhos da perversão no cinema de Roman Polanski

Joana Matos Frias (Univ. Porto)
A Beleza Convulsiva das Imagens: Surrealismo e Perversões Ópticas

Margarida Gil dos Reis (Univ. Lisboa)
Corpos perigosos: perversão e jogo

21:30 Cinema Medeia – Shopping Cidade do Porto
Projecção do filme: Ma’s Sin de Saguenail
Debate

► 24 de Abril Anfiteatro Nobre

9:00
Moderador: Margarida Gil dos Reis

Jorge Bastos da Silva (Univ. Porto)
Assassinos Loquazes – ou: Da Arte de Matar com Arte

José Domingues de Almeida (Univ. Porto)
Perversion et naïveté dans la prose narrative d’Eugène Savitzkaya: approche du fatum humain

Pedro Eiras (Univ. Porto)
Por uma ética da perversão

10:45 Pausa para café

11:00
Moderador: Gonçalo Vilas-Boas

José Rui Teixeira (Univ. Porto / Univ. Católica Porto)
O corpo e a morte O Decadentismo finissecular da poética de Guilherme de Faria. Uma leitura teológica circunstancial

Laura Ferreira dos Santos (Univ. Minho)
Morte assistida: uma reivindicação perversa?

José Tolentino Mendonça (Univ. Católica Lisboa)
A perversão é necessária? – O efeito incontrolado de uma citação bíblica numa passagem de Dostoiévski

13:00 Almoço

14:30
Moderador: Phillip Rothwell

Américo António Lindeza Diogo (Univ. Minho)
Perversões de Autoridade em Vasco Graça Moura e Adília Lopes

Luís Maffei (Univ. Federal Fluminense)
Se tão perverso preço cabe em verso

Rosa Maria Martelo (Univ. Porto)
O “especialista em sublimação” e os usos da linguagem (acerca da poesia de António Franco Alexandre)

18:00 Trintaeum
Mesa-redonda de criadores
Moderador: Luís Mourão
Ana Luísa Amaral
José Emílio-Nelson
valter hugo mãe

Está aberto o período de candidaturas para o Seminário para Estabelecimento de Contactos “Encontro para a Participação”, que vai ter lugar em Bruxelas de 11 a 16 de Março próximo.

Este seminário visa:

  • uma troca de experiências entre participantes;
  • encetar parcerias e construir as bases de futuros projectos de Democracia Juvenil no âmbito do Programa Juventude em Acção*.

Objectivos gerais

  • Partilhar experiências e estabelecer contactos;
  • Debater as temáticas da participação, democracia e parcerias;
  • Informar sobre o Programa Juventude em Acção;
  • Facilitar o processo de estabelecimento de parcerias;
  • Desenvolver projectos de Democracia Juvenil

Perfil de participantes

  • líderes juvenis e/ou pessoas envolvidas (a título profissional ou voluntário) em entidades que trabalham na área da juventude;
  • motivados para o desenvolvimento de projectos de Democracia Juvenil no âmbito do Programa Juventude em Acção.

Condições de participação

  • Os custos com a viagem internacional são suportados pela Agência Nacional portuguesa;
  • Os custos de alojamento e alimentação são suportados pela entidade organizadora;
  • O seguro de saúde e as deslocações em território nacional serão da responsabilidade dos participantes seleccionados.

A Agência Nacional suporta os custos de viagens aéreas entre Madeira / Açores e o continente caso os participantes seleccionados residam nas regiões autónomas.

Inscrição

Os interessados deverão preencher o formulário, obrigatoriamente em inglês, e enviá-lo, para a Agência Nacional em alternativa, via:

  • fax +351 21 317 92 10 (A/c: Liliana Cruz);
  • correio electrónico (para Liliana Cruz: liliana.cruz@ipj.pt );

Prazo de candidatura: 20 de Fevereiro de 2008 (data de entrada na Agência Nacional)

Informações complementares:

  • A Agência Nacional prevê seleccionar dois participantes para esta actividade;
  • Os resultados do curso serão divulgados a todos os candidatos (por e-mail ou correio postal);

O que é o Programa Juventude em Acção?

Programa Comunitário que serve de instrumento para a educação não-formal e informal dos jovens, com os seguintes objectivos:
– promover a cidadania participativa, em gera, e a cidadania europeia, em particular;
– desenvolver o espírito de solidariedade e tolerância entre os jovens, fomentando a coesão europeia;
– contribuir para o desenvolvimento da qualidade dos sistemas de apoio a actividades de carácter juvenil;
– promover a cooperação europeia no sector da juventude.

O que são projectos de Democracia Juvenil?

Projecto desenvolvido por uma parceria (mínimo 2 países europeus e 2 parceiros por país: associações sem fins lucrativos, organismos públicos locais, regionais ou nacionais, grupos informais, etc.) que promova a participação activa dos jovens (mínimo 16 participantes dos 13 aos 30 anos).

Para mais informações, sobre:
– o Programa JUVENTUDE EM ACÇÃO http://ec.europa.eu/youth/yia/index_en.html

Em caso de dúvida, contacta:
Liliana Cruz
Telf: 21 317 92 00

Um timbre aveludado e mais suave, mas mais potente. Uma afinação grave e um formato tosco com um pau, mas mais grosso. Estas são as principais características que distinguem a gaita-de-foles mirandesa das irmãs portuguesas e estrangeiras, como explicou Paulo Meirinhos, professor de música e membro do grupo Galandum Galandaina, preservador de tradições.

A gaita-de-foles, um peculiar e arcaico instrumento, está em destaque desde ontem e até domingo, no Primeiro Congresso Internacional da Gaita-de-Foles Mirandesa, a decorrer em Miranda do Douro e Vimioso. O objectivo é unir os cerca de 200 presentes em torno desta tradição e recuperar a sua autenticidade, quem sabe conseguir a sua certificação. O congresso é o resultado de um trabalho de investigação que decorre há cerca de um ano formalmente, mas que se apoiou em trabalhos que especialistas desenvolvem há mais de 20.

“Há 12 anos esta tradição estava quase perdida e contavam-se pelos dedos das mãos os gaiteiros. Agora, felizmente, temos bastantes jovens motivados para aprender. Não há é muitos construtores, essenciais para termos bons instrumentos”, disse Paulo Meirinhos, e acrescentou que muito se deve aos Pauliteiros de Miranda.

Manter a autenticidade da gaita-de-foles é um dos procedimentos mais difíceis. Foi preciso fazer um estudo sistemático com medições, verificação de afinações e de outras diversas características acústicas e morfológicas de vários exemplares com mais de 200 anos para se poder chegar aos timbres tradicionais, ou seja, conseguir uma padronização e permitir que um grupo toque ao mesmo tempo de forma afinada.

Uma das características mais notáveis deste instrumento para os especialistas é o facto de a gaita ter conservado até aos dias de hoje muitas escalas e afinações ancestrais, algumas que podem mesmo ser pré-barrocas, o que é de enorme interesse para vários campos que não a música.

História e origem da palavra
Muito pouco se sabe sobre a origem da palavra “gaita”. No entanto, pensa-se que deriva da palavra germânica “Gaits” (cabra), animal cuja pele serve para fazer o fole do instrumento. Quanto à zona, pensa-se que terá surgido na Mesopotâmia, onde havia muita matéria-prima e onde o instrumento proliferou na civilização egípcia. A difusão terá sido feita pelo Império Romano, que a terá utilizado em marchas e momentos de lazer. Contudo, outros investigadores defendem que muito antes desta época já tinha sido comercializada. Os primeiros registos sólidos datam da Idade Média, onde esculturas, pinturas e gravuras representam diferentes modelos.

A gaita-de-foles de Trás-os-Montes, também conhecida como Transmontana ou Mirandesa, é uma construção artesanal semelhante às de Sanabria, Alista ou Zamora, zonas fronteiriças de Espanha. Ainda assim, desenvolveu características muito próprias, como um ponteiro de furação larga, com digitação aberta, preso no pescoço de um fole de cabra, assim como um ronco de grandes dimensões, preso na pata direita e um assoprete, preso na pata esquerda. A sua tonalidade pode oscilar entre Si, Si bemol e Lá, dependendo dos artesãos, com uma escala próxima da flauta pastoril, o que a torna mais grave. É por esta “desafinação” que se torna difícil que a gaita acompanhe outros instrumentos. Assim neste congresso, gaiteiros, tocadores, construtores e estudiosos vão tentar encontrar uma solução para que esta se harmonize com os outros instrumentos e para que não haja “nem mais uma festa sem gaita”, como declarou Paulo Preto, outro gaiteiro membro dos Galandum Galandaina.

Construir uma gaita
Para sair das mãos de um artesão uma gaita-de-foles a cerca de 750 euros são precisas oito horas por dia, quinze dias seguidos. Os materiais usados são todos raros, já que há cada vez menos rebanhos e as madeiras são todas autóctones (buxo, urze, freixo…). O objectivo é uniformizar este trabalho e apostar na qualidade, coisa que muitas vezes não acontece na vizinha gaita-de-foles galega, onde a pele substituída por borracha lhe retira qualidade ao não deixar o ar respirar. No entanto, Paulo Meirinhos explicou que “há materiais sintéticos bons como o gore-tex. É importante evoluirmos e não podemos ficar para sempre presos aos tempos em que se fazia tudo à mão, mas há que manter a exigência na qualidade e durabilidade”.

Com iniciativas como o congresso, que aposta na organização em torno de um objectivo comum, espera-se que a gaita se volte a fazer ouvir como sempre se fez nas alvoradas, festas e arraias nas aldeias. Paulo Preto quer ver “mais gente motivada por este instrumento em que a ausência da sua total afinação lhe confere uma personalidade própria, um timbre arredondando, um cheiro a terra, a tradição e a antiguidade que nos leva a tempos remotos”. O gaiteiro defende que em relação aos outros países aquilo que nos falta é, numa só palavra, “portugalidade”.

Fonte: Público

O Departamento de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa anunciou a realizarção do Colóquio A Sexualidade no Mundo Antigo, que decorrerá no Anfiteatro III desta escola, entre 24 e 26 de Outubro próximo. A iniciativa reunirá investigadores da Universidade Católica e das Universidades do Minho, Porto, Coimbra e Lisboa (UL e UNL).

Aqui ficam os temas em perspectiva e respectivos conferencistas::

Foucault e a sexualidade no Mundo Antigo
Luís Filipe Barreto (Univ. Lisboa)

A pré-história do sexo
João Pedro Ribeiro/ Mariana Diniz (Univ. Lisboa)

Sexualidades mesopotâmicas: dos Sumérios aos Caldeus
Francisco Caramelo (Univ. Nova)

Direito e sexualidade na Mesopotâmia
António Ramos dos Santos (Univ. Lisboa)

A prostituição sagrada na Mesopotâmia
Maria de Lurdes Palma (Univ. Lisboa)

A expressão da sexualidade no Antigo Egipto
Luís Manuel de Araújo (Univ. Lisboa)

Sexualidade e sagrado entre os Egípcios
José das Candeias Sales (Univ. Aberta)

Amor e sexo na literatura egípcia
Rogério Ferreira de Sousa (Univ. Porto)

Os Hititas e a sexualidade
Carlos Casanova (Univ. Lisboa)

A sexualidade dos Cananeus
Célia do Carmo José (Univ. Lisboa)

A sexualidade no mundo fenício-púnico
Ana Margarida Arruda (Univ. Lisboa)

A sexualidade entre os Hebreus
José Augusto Ramos (Univ. Lisboa)

Sexualidade e mitologia grega
José Ribeiro Ferreira (Univ. Coimbra)

O sexo e o riso entre os Gregos
Maria de Fátima Silva (Univ. Coimbra)

A sexualidade na literatura grega
Maria do Céu Fialho (Univ. Coimbra)

O sexo e a cidade grega: norma e desvio
Delfim Ferreira Leão (Univ. Coimbra)

Homossexualidade masculina e cultura grega
Frederico Lourenço (Univ. Lisboa)

A intimidade pública: sexo e imagem na cultura grega
Luísa de Nazaré Ferreira (Univ. Coimbra)

Os Gregos e a sexualidade dos outros: dos reinos asiáticos à Pérsia
Carmen Leal Soares (Univ. Coimbra)

A sexualidade no Mundo Helenístico
Marília Futre Pinheiro (Univ. Lisboa)

Sexualidade e saberes médicos no mundo greco-romano
Ana Lúcia Curado (Univ. Minho)

Sexualidade e literatura latina republicana e imperial
Maria Cristina Pimentel (Univ. Lisboa)

Direito e sexualidade em Roma
Cláudia Teixeira (Univ. Évora)

Os submundos da sexualidade em Roma
Nuno Simões Rodrigues (Univ. Lisboa)

Sexo e poder na Roma imperial
José Luís Brandão (Univ. Coimbra)

Do grafito ao fresco: sexualidade e cultura popular entre os Romanos
Amílcar Guerra (Univ. Lisboa)

Do vocabulário às metáforas: o léxico da sexualidade romana
Carlos Ascenso André (Univ. Coimbra)

Sexualidade e ritual em Roma
Tatiana K. Resende (Univ. Lisboa)

A vida sexual no exército romano
José Varandas (Univ. Lisboa)

A Sexualidade no Novo Testamento
José Tolentino de Mendonça (Univ. Católica)

Sexualidade e cristianismo antigo
Paula Barata Dias (Univ. Coimbra)

http://www.fl.ul.pt/agenda/coloquios.html

Ver ainda, sobre cultura clássica, o excelente blogue

http://culturaclassica.blogspot.com/

Vai ter lugar, de 15 a 16 de Janeiro de 2008 em Madrid, o Fórum Anual da “Alliance of Civilisations” (AoC).

Este Fórum é um evento anual que reúne representantes/grupos de vários quadrantes, para

    • a discussão de meios tendentes a maior polarização entre nações e culturas em todo o Mundo e
    • a preparação de parcerias dirigidas à promoção global da compreensão intercultural

Organizado pelo Departamento da Juventude e Desporto do Conselho da Europa e pelo Secretariado da  “Alliance of Civilisations” (AoC) este evento tem como objectivos:

  • Tornar os jovens mais familiarizados entre si e com a AoC e seus objectivos;
  • Discutir e identificar prováveis campanhas de media de dirigentes jovens, a implementar por Redes Juvenis, referentes ao AoC em 2008 e 2009.

Os participantes jovens oriundos de Estados Membros do Conselho da Europa, de Países do Norte de África e de Regiões do Médio Oriente.

Se estás interessado em participar atenta nos requisitos:

  • Ter entre os 18 e 30 anos de idade;
  • Ser membro activo, apto a representar “youth networks” ou organizações;
  • Ser capaz de actuar como multiplicador e mobilizar outros jovens para projectos juvenis, visando o diálogo inter religioso e intercultural;
  • Ser capaz de identificar soluções, tendentes a uma maior compreensão e tolerância entre culturas.

Toma Nota:

  1. Despesas de viagem e alojamento estarão a  cargo do Fórum AoC;
  2. Os jovens seleccionados serão convidados directamente pelo Secretariado do Fórum.

Preenche, então, aqui o teu Formulário de Candidatura e envia-o para Council of Europe – Directorate of Youth and Sports – European Youth Centre Budapest – Zivatar ut. 1-3 H-1024 BUDAPEST, Hungary.

Atenção: a data limite de envio das candidaturas é já o dia 15 de Outubro de 2007!!

Para mais informações consulta aqui o Documento de Apresentação preparado pela organização.

Não percas esta oportunidade!

Há temas sobre os quais queres saber mais? O IPJ e a AJEC pensam em ti!

Pelo nono ano consecutivo, este ciclo de conferências, traz a debate temas actuais, com convidados especialistas em cada tema.

Deixamos-te o programa para 2007/2008 e convidamos-te, a ti e à tua escola, para debaterem connosco estes temas!

Ciclo de Conferências
“OS JOVENS DO MILÉNIO” – ANO IX
(Horário das Conferências: 15 horas às 5ªs feiras)

I – RELAÇÕES INTERNACIONAIS
Tema Único  (25 de Outubro de 2007)

CEE e UE: 50 Anos de Parceria Europeia

Convidados:

  • Centro Jacques Delors;
  • Especialista de R.I.;
  • Presidência de Portugal da UE;
  • Sociedade Civil;

Moderação:
AJEC
II – TECNOLOGIA
Tema Único  (22 de Novembro de 2007)

A Internet Desvirtua as nossas Relações Pessoais?

Convidados:

  • Jovem;
  • Programador;
  • Psicólogo;
  • Web Designer;

Moderação:
AJEC
III – SOCIEDADE
1º Tema  (13 de Dezembro de 2007)

Consumismo e Modas

Convidados:

  • Associação de Empresários;
  • DECO;
  • Linha de apoio pública;
  • Sociólogo;

Moderação:
AJEC

Imigração
2º Tema  (18 de Janeiro de 2008)

Convidados:

  • Antropólogo;
  • Emigrante;
  • SEF;
  • Sociedade civil;

Moderação:
AJEC
IV – SAÚDE
Tema Único  (14 de Fevereiro de 2008)

Educação Sexual nas Escolas e nos Media

Convidados:

  • Associação de estudantes;
  • Jornalista;
  • Min. Educação;
  • Psicólogo

Moderação:
AJEC
V – JUVENTUDE
Tema Único  (13 de Março de 2008)

O Alcoolismo na Adolescência

Convidados:

  • SEJD;
  • Linha de apoio pública;
  • Sociedade Civil;
  • Psicólogo;

Moderação:
AJEC
VI – CIDADANIA
Tema Único  (18 de Abril de 2008)

Os Direitos dos Cidadãos precisam de ser Protegidos?

Convidados:

  • CNE;
  • Sociedade Civil;
  • Sociólogo;

Moderação:
AJEC
VII – DESPORTO
Tema Único  (8 de Maio de 2008)

As Olimpíadas: Valores Desportivos vs. Valores Financeiros

Convidados:

  • Associação Desportiva;
  • Atleta;
  • COP;
  • Economista;
  • Jornalista

Moderação:
AJEC

Paricipa!

Para mais informações contactar:
Associação Juvenil de Estudos e Comunicação
ajec1999@hotmail.com

Para marcações:
ipj.lisboa@ipj.pt
Fax: 21 892 08 08

%d bloggers like this: