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O Círculo

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A ministra da Educação disse hoje que os estudos realizados sobre hábitos de leitura em Portugal revelam um “grande progresso nos últimos anos”, salientando, no entanto, a necessidade de concluir a rede de bibliotecas escolares.

Na abertura da I Conferência do Plano Nacional de Leitura (PNL), que decorre hoje em Lisboa, Maria de Lurdes Rodrigues referiu que os hábitos de leitura dos portugueses ainda estão “aquém” do desejado, mas que os estudos recentes indicam que houve um “grande progresso nos últimos tempos”.

Para se manterem esses “progressos”, a ministra frisou a necessidade na continuidade da promoção dos hábitos de leitura, quer através do PNL e da rede de bibliotecas escolares. Sobre estas, referiu que é necessário concluir e consolidar a rede, adiantando que falta criar bibliotecas em 20 escolas secundárias e 130 nas escolas do ensino básico e do 2.º e 3.º ciclos.

Maria de Lurdes Rodrigues recusou a ideia de falta de recursos e investimento para aumentar os hábitos de leitura, salientando a necessidade de estímulos à leitura, nomeadamente através do aproveitamento das bibliotecas escolares pelo sistema de ensino e da actualização das bibliotecas.

Quanto aos estudos desenvolvidos pelo PNL, a ministra referiu a sua importância no acompanhamento dos hábitos de leitura durante os próximos anos.

Na sua apresentação, a governante salientou o trabalho desenvolvido pela equipa da rede de bibliotecas escolares, desejando que o espírito desta equipa seja também o do grupo do PNL. Segundo a tutela, nos dez anos de trabalho da rede de bibliotecas escolares, o número destes espaços passou de perto de 150 para cerca de 1900.

De acordo com a ministra, este trabalho foi possível devido a quatro factores: espírito de missão por parte da equipa; metodologia de envolvimento com escolas, autarquias e outros agentes; persistência; e a noção de bibliotecas como um espaço de referência numa escola.

A comissária do PNL, Isabel Alçada, fez uma antecipação de como será Portugal no dia em que se completarem os objectivos do plano. Na sua opinião, os portugueses serão “ávidos e competentes” no consumo de leitura e Portugal terá uma “grande pujança” na área da literatura, com mais escritores e uma política editorial mais forte, entre outras características.

Fonte: Público

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