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O Círculo

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Representações livres de descobertas cientificas de Galileu, Arquimedes e Foucault, entre outros génios, vão animar no próximo fim-de-semana as ruas da cidade alentejana de Estremoz, durante a iniciativa “Ciência na Rua”, anunciou hoje a organização.

De acordo com o Centro Ciência Viva de Estremoz, a iniciativa decorre sábado e domingo para mostrar ao ar livre algumas das grandes descobertas científicas, sob a forma de representações artísticas, que incluem mais de 170 participantes, num ambiente de festa.

Cada recriação vai ter uma duração de cerca de dez minutos e serão repetidas de meia em meia hora, o que possibilita aos visitantes percorrer todas as recriações ao longo da noite.

As festividades começam com a recriação dos hemisférios de Magdeburg. Seguem-se representações livres das restantes descobertas: o pêndulo de Foucault, o eureka de Arquimedes, o arrefecimento de esferas de Buffon, a descoberta da estrutura do ADN e a queda de corpos de diferentes densidades (Galileu). Em cada quadro, palhaços, actores ou dançarinos vão evocar estes grandes acontecimentos.

No meio de toda a agitação, os visitantes também vão ter tempo para visitar o espaço, onde haverá vendedores de produtos artesanais, ervas aromáticas ou vinho com mel, assim como malabaristas, cuspidores de fogo, homens-estátua e pessoas em andas.

Segundo os organizadores, a iniciativa vem dar “um contributo ímpar para o desenvolvimento turístico da região”, apelando, sobretudo, para um turismo cultural de cariz científico. O projecto Ciência na Cidade, apoiado pela Ciência Viva, pretende integrar a ciência na programação cultural das cidades, tendo como aderentes em Portugal as cidades de Évora, Estremoz, Tavira e Guimarães.

Está ainda em articulação com outras cidades europeias através de um projecto que tem como objectivo a criação de uma estratégia comum de promoção de cultura científica nas cidades europeias.

Único sistema solar à escala na Europa

Também em Estremoz foi inaugurado a 1 de Setembro o segundo sistema solar à escala existente na Europa e um dos poucos do mundo, com os planetas, feitos em acrílico, distribuídos pelo concelho, numa extensão de 15 quilómetros. Esta representação vai estar em exposição permanente no concelho de Estremoz.

O sistema solar foi concebido à escala de 1 para 414 milhões e um dos aspectos inovadores é, precisamente, a representação dos planetas construídos em acrílico pintado, obedecer à mesma escala das distâncias que os separam.

A concepção do projecto do sistema solar esteve a cargo do Laboratório de Investigação de Rochas Industriais e Ornamentais da Universidade de Évora (LIRIO), em colaboração com o Centro Ciência Viva e a Câmara Municipal de Estremoz.

Fonte: Público

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