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O Círculo

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Os portugueses emitiram em 2006 475 toneladas de gases que destroem a camada de ozono ao abandonarem frigoríficos, arcas congeladoras e aparelhos de ar condicionado na rua, alertou ontem a Quercus. No Dia Internacional para a Protecção da Camada de Ozono, e 20 anos depois de ter sido assinado o acordo que ditou a solução do problema da passagem dos raios solares perigosos, o buraco na camada de ozono está quase fechado.

Em Portugal, a Quercus diz que só foram recuperados cerca de 5% dos clorofluorcarbonetos (CFC’s) existentes naqueles equipamentos em fim de vida, correspondentes a 24 toneladas. “Os CFC’s estão ainda presentes nos equipamentos mais antigos, pelo que a sua não remoção/tratamento faz com que sejam libertados para a atmosfera, com consequências graves para a destruição da camada de ozono”, diz a Quercus em comunicado.

Contactado pela Agência Lusa, o presidente da associação, Hélder Spínola, afirmou que o procedimento correcto para as pessoas que têm frigoríficos, arcas congeladoras ou aparelhos de ar condicionado em fim de vida é entregá-los nas lojas ou nos sistema de recolha das autarquias.

“As lojas são obrigadas a receber os aparelhos em fim de vida quando vendem um novo e as câmaras municipais têm um dia específico para a recolha de resíduos volumosos. Em ambos os casos, os equipamentos são enviados para as entidades gestoras de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos”, explicou. Contudo, Hélder Spínola ressalvou que acontece por vezes que “empresas ou técnicos menos escrupulosos removem os gases para aproveitar determinados componentes, como compressores, e depois os CFC’s perdem-se antes de chegarem à empresa responsável pelo seu tratamento”.

Fonte: Lusa

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