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O Círculo

Empowering Communities

As tentativas de instalar uma ligação à Internet de alta velocidade no Ruanda depararam-se com dificuldades, relacionadas com as realidades técnicas, políticas e económicas da região. Menos de quatro por cento da população africana está ligada à web.

O exemplo das dificuldades em ligar África à Internet surge evidente num artigo no «The New York Times», ao citar o exemplo do empresário norte-americano Greg Wyler.

Greg Wyler apresentou a ideia de equipar o Ruanda com cabos de fibra óptica, ligando escolas, instituições governamentais e casas com um serviço de Internet de baixo custo e alta velocidade.

A sua empresa, Terracom, estabeleceu um contrato com o governo para ligar 300 escolas, adquirindo ainda 99 por cento das suas acções da Rwandatel, a empresa de telecomunicações do país.

Contudo, quatro anos passados, os resultados são pouco visíveis. Segundo as autoridades do Ruanda, citadas pelo diário, o problema está em Greg Wyler que «prometeu muito e não cumpriu».

Já o empresário tem versão diferente, explicando que os entraves concentraram-se nas dificuldades técnicas, políticas e financeiras.

A realidade é que menos de quatro por cento da população africana está ligada à web, sendo que os subscritores encontram-se maioritariamente nos países do Norte ou na África do Sul.

Fonte: Sol

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