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O Círculo

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A Ordem dos Engenheiros publicitou hoje a lista dos 105 cursos de engenharia reconhecidos, recordando que o “uso do título e o exercício da profissão” depende de inscrição naquela organização profissional.

A lista, divulgada pela Ordem num anúncio de página inteira na imprensa, inclui formações ministradas em 17 universidades públicas e duas privadas, em cursos que vão desde a engenharia civil à aeroespacial, passando pelas agronómica, electromecânica, química, de polímeros, têxtil ou da cerâmica e do vidro. Das privadas são apenas reconhecidos cursos de engenharia da Universidade Católica e da Lusíada.

As universidades dos Açores, Algarve, Aveiro, Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro, Beira Interior, Coimbra, Évora, Porto, Universidade de Lisboa, Nova de Lisboa e Técnica de Lisboa são instituições públicas com cursos na lista.

A estas juntam-se ainda as Academias Militar e da Força Aérea e os institutos Superior de Engenharia de Lisboa, Superior de Engenharia do Porto e Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), em Lisboa.

A Universidade Técnica de Lisboa é a que maior número de cursos tem reconhecidos pela Ordem: 18 com 13 a serem ministrados pelo Instituto Superior Técnico e cinco pelo Instituto Superior de Agronomia. Seguem-se a Universidade de Aveiro, com dez cursos, e as de Coimbra, Minho e Nova de Lisboa, com nove cursos.

Com apenas um curso reconhecido surgem, entre as públicas, o ISCTE (engenharia de telecomunicações e informática) e a Universidade dos Açores (engenharia zootécnica).

Os cursos de engenharia alimentar e engenharia do ambiente da Escola Superior de Biotecnologia do Porto e o de engenharia Ambiental do pólo da Figueira da Foz são as formações da Universidade Católica constantes da lista.

A Universidade Lusíada, pólo de Vila Nova de Famalicão, está representada pelo curso de engenharia e gestão industrial.

Não se encontram abrangidos os novos cursos segundo a implementação do Processo de Bolonha.

A Ordem dos Engenheiros lembra que os licenciados dos cursos acreditados estão dispensados de exames de admissão àquela organização profissional.

Fonte: Público

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