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O Círculo

Empowering Communities

Conferências, cinema, dança, música e ópera – alguns destes espectáculos em estreia mundial – preenchem a programação de Plataforma 2 que arranca hoje, na Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), em Lisboa.

O fórum abre com uma série de “Grandes lições” (14 ao todo), definidas como “um espaço público para a apresentação e discussão de teses ou aporias que questionam as múltiplas dimensões das sociedades contemporâneas”.

Nesta iniciativa, que se prolongará até 2 de Junho, participam filósofos, sociólogos, ensaístas, investigadores, historiadores e psicanalistas. A lição de hoje, pelas 18.30 horas, subordinada ao tema “O ressentimento força obscura e produto da história”, será da responsabilidade do professor e historiador francês Marc Ferro.

Também hoje tem início o ciclo “Todo o mundo é um filme” organizado pelo chinês Jacob Wong, um especialista em cinema contemporâneo e programador do Festival Internacional de Cinema de Hong-Kong.

Um programa “crítico e inventivo que contempla o espaço da criatividade como forma urgente de responder ao estado do Mundo” é a definição de Plataforma 2 nas palavras do comissário-geral do evento, António Pinto Ribeiro. Inserida no âmbito do fórum cultural “O Estado do Mundo”, a iniciativa com que a da FCG tem vindo a celebrar os seus 50 anos de existência teve uma primeira abordagem em Outubro do ano passado com uma conferência e o lançamento de um livro de ensaios e obras originais.

A plataforma que agora se inicia propõe ainda, ao longo dos meses de Junho e Julho, uma diversidade de espectáculos de música, teatro, dança e iniciativas de animação cultural nos espaços interiores e nos jardins envolventes da fundação. Os espectáculos, alguns em estreia mundial, resultam ora de produções próprias, ora de co-produções ou de convites lançados pelo programador geral. Programadas estão também as estreias mundiais de duas óperas encomendadas propositadamente aos compositores portugueses João Madureira e Nuno Côrte-Real. O primeiro compôs “Metanoite”, que terá encenação de André E. Teodósio, e o segundo é o autor de “A montanha op.35”, que terá encenação de Carlos Antunes. Os espectáculos estrearão nos dias 29 e 30 de Junho.

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