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O Círculo

Empowering Communities


A taxa de desemprego subiu para 8,4 por cento da população activa no primeiro trimestre, o que representa mais 0,7 pontos percentuais de que no mesmo trimestre do ano passado e mais 0,2 pontos percentuais do que no trimestre precedente (o último de 2006), revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

A população desempregada foi estimada em 469,9 mil pessoas, representando mais 9,4 por cento do que no trimestre homólogo de 2006 e mais 2,5 por cento do que entre Outubro e Dezembro de 2006.

O número médio de desempregados entre Janeiro e Março subiu 0,2 por cento face ao primeiro trimestre de 2006 e desceu 0,1 por cento face ao trimestre anterior.

Um aumento da taxa de desemprego em simultâneo com a redução do número de desempregados resulta de um aumento da população activa — a que está em idade de trabalhar e quer trabalhar —, que no primeiro trimestre deste ano aumentou 0,9 por cento face ao primeiro trimestre de 2006, para 62,6 por cento da população em idade activa (a que tem 15 e mais anos).

As regiões com taxas mais elevadas no primeiro trimestre foram o Norte, com 9,5 por cento, seguido do Alentejo, com igual valor, e de Lisboa e Vale do Tejo, com 8,8 por cento.

As regiões com menos desemprego foram os Açores (4,7 por cento) e o Centro (6,7 por cento.

Em termos homólogos, as taxas subiram em todas as regiões excepto no Alentejo, onde baixou no primeiro trimestre de 2006 era de 9,8 por cento.

Na terça-feira, o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) revelou que o número de desempregados inscritos nos seus centros de emprego diminuiu 10,4 por cento em Abril (para 420.685), face ao mesmo mês do ano anterior, o que acontece pelo 14º mês consecutivo.

Esta aparente contradição de tendências registada resulta de diferentes métodos de contabilização.

O INE apura o seu valor por estimativa a partir de inquéritos à população, enquanto o IEFP contabiliza os desempregados inscritos nos seus centros.

No caso do IEFP, os seus valores são influenciados quer por desmpergados que encontrem emprego e não o declarem imediatamente quer por desempregados que não se inscrevam nos seus centros de emprego.

Fonte: Público

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