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A análise “The Ghost in the Browser”, conduzido pelo Google, mostra que um em cada dez sites contém códigos maliciosos e que 16 por cento das páginas analisadas são suspeitas de alojarem códigos que se podem tornar ameaçadores para a segurança dos computadores.

Niels Provos, especialista do Google afirma que grande parte das ameaças são apresentadas em páginas normais sob a forma de link com “promessas aliciantes”, muitas delas relacionadas com pornografia, software ou media.

O Google refere que as ameaças são distribuídas através de “descargas involuntárias”: quando o utilizador clica em determinado link, ou banner, a transferência de ficheiros sucede automaticamente, aproveitando alguma vulnerabilidade do browser para se instalar.

Algumas das ameaças detectadas alteram as definições da homepage, dos favoritos seleccionados ou instalam novos ícones na barra de navegação. No entanto, outras instalam software de rasteio de palavras passe ou inserem os computadores em redes bot.

Se actualmente a Internet é uma das principais ferramentas de comunicação, de trabalho e de pesquisa, é também o veículo para a propagação de cada vez mais ameaças. Os blog, os sites de partilha de conteúdos, e outros, são alguns dos canais que começam a fazer parte da lista de distribuição dos criadores de software malicioso.

Para responder a estas ameaças, o Google disponibilizou no ano passado um sistema de alerta que dispara uma mensagem que adverte os utilizadores para a existência de perigo nas páginas maliciosas que visitam. A empresa refere que esta funcionalidade poderá ajudar a minimizar o número de computadores afectados.

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