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O Círculo

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O governo português entregou neste domingo às autoridades moçambicanas cinco toneladas de medicamentos e utensílios médicos, destinados aos mais de 450 feridos pela violentas explosões ocorridas na última quinta-feira em um depósito militar de armas em Maputo.

A oferta chegou ao aeroporto internacional da capital moçambicana e foi entregue pelo embaixador português no país, José Freitas Ferraz, à diretora da Central de Medicamentos do Ministério moçambicano da Saúde, Noémia Muíssa.

A carga de cinco toneladas de medicamentos contém analgésicos, remédios específicos para queimaduras e embalagens de soro.

“Trata-se da primeira parte da ajuda de emergência definida pelo governo português para responder a esta tragédia humana. Há mais de 400 feridos, muitos deles ficaram com queimaduras graves”, disse à Agência Lusa o embaixador português, após a entrega dos fármacos.

Portugal é dos primeiros países a oferecer assistência concreta a Moçambique após a tragédia de quinta-feira.

Em carta endereçada ao presidente moçambicano, Armando Guebuza, o primeiro-ministro português, José Sócrates, já havia manifestado a disponibilidade do Executivo luso em apoiar os sobreviventes da tragédia provocada pelas explosões no paiol de Maputo.

“Portugal não deixará de mostrar a sua solidariedade com o povo moçambicano, colocando à disposição das autoridades de Moçambique meios que possam ser necessários para apoio aos sobreviventes desta tragédia”, afirmava José Sócrates na carta.

As centenas de projéteis pesados de artilharia disparados em todas as direções a partir do paiol de Maputo, após as explosões ocorridas no local quinta-feira ao longo de várias horas, deixaram pelo menos 100 mortos e mais de 450 feridos.

O balanço final das vítimas poderá, no entanto, ser maior, já que muitos feridos internados nos três principais hospitais de Maputo encontram-se ainda em estado grave e muitos corpos ainda não foram resgatados.

Fonte: Lusa

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