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O Círculo

Empowering Communities


A criação e desenvolvimento de novas metodologias de ensino à distância é o principal objectivo de um laboratório de investigação criado pela Universidade Aberta, que estará em funcionamento a partir do final do ano.

Fundada em 1988, a Universidade Aberta é a única instituição de ensino superior em Portugal dedicada exclusivamente ao ensino não presencial, disponibilizando cursos de licenciatura e mestrado frequentados anualmente por mais de oito mil estudantes.

“O ensino à distância está em permanente transformação, à medida que vão surgindo novas tecnologias de comunicação. Por isso, é fundamental criar uma estrutura de investigação onde são pensadas e testadas novas metodologias, que depois poderão ou não ser aplicadas aos alunos”, explicou o reitor da universidade, Carlos Reis.

O laboratório vai funcionar em articulação com centros de investigação de universidades europeias congéneres, como a Open University do Reino Unido ou a Universidade Oberta de Catalunya, em Espanha, com quem a instituição portuguesa vai criar um sistema de gestão da qualidade especificamente orientado para os cursos de ensino à distância.

Projecto prevê alargar “e-learning” às licenciaturas

Apresentado hoje em Lisboa, o novo modelo pedagógico da universidade contempla ainda o alargamento às licenciaturas do regime de “e-learning” — um modelo de ensino à distância baseado exclusivamente na Internet que até agora era apenas utilizado em alguns cursos de mestrado.

Para apoiar os estudantes — sobretudo os que vivem afastados dos grandes centros urbanos —, a universidade vai criar 50 a cem centros de apoio espalhados por todo o país, que vão funcionar em articulação com as autarquias.

A Biblioteca Aberta — um espaço digital onde serão disponibilizados documentos históricos, textos clássicos de literatura, vídeos e outros recursos didácticos — é outro projecto da instituição, actualmente em fase de criação, para promover e facilitar o acesso ao conhecimento.

No próximo ano lectivo, mais de 20 cursos estarão adaptados ao Processo de Bolonha, que prevê a harmonização dos graus e diplomas atribuídos em toda a Europa até 2010, para facilitar a mobilidade e empregabilidade dos estudantes no espaço europeu.

Fonte: Público.pt

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