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O Círculo

Empowering Communities

A igualdade de oportunidades para imigrantes na formação e no trabalho é um dos principais objectivos do conjunto de protocolos assinados, esta sexta-feira, entre o Governo e várias associações para criar uma rede de unidade de apoio a estrangeiros.

Os acordos, assinados com 22 organizações, vão dar origem a uma rede de Unidades de Inserção na Vida Activa (UNIVA), onde o atendimento será feito por mediadores, que farão a ligação com as empresas, centros de formação e estabelecimentos de ensino, entre outras entidades envolvidas.

Presente na cerimónia de assinatura dos acordos, o ministro do Trabalho e da Solidariedade afirmou que o fluxo de imigrantes registado em Portugal nos últimos anos repete outros momentos da história do país, mas este constitui uma «mudança» que veio para ficar.

Vieira da Silva disse ainda que tem uma «expectativa elevada» quanto aos resultados dos UNIVA, face à enorme proximidade entre as instituições que os criam e as zonas onde os problemas com imigrantes são mais latentes.

Já o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, que tutela a pasta da imigração, insistiu que o atendimento que deve ser dado aos estrangeiros que procuram Portugal para viver deve ser igual ao que é requerido pelos portugueses que se fixam noutras nações.

Dez das unidades já criadas são mesmo geridas por organizações de imigrantes, disse, por seu lado, o alto-comissário para a Imigração e Minorias Étnicas, Rui Marques.

Além da região de Lisboa, onde existem 15 unidades, haverá UNIVAS nos distritos de Setúbal, Faro, Porto, Coimbra e Leiria.

O projecto da rede conta, para este primeiro ano de existência, com um investimento de 275 mil euros, obtido maioritariamente junto do Instituto do Emprego e Formação profissional (IEFP), um dos parceiros principais do projecto, a par do Alto Comissariado para a Imigração e as Minorias Étnicas (ACIME).

Rui Marques fez questão de salientar que o objectivo das UNIVAS é «repor a igualdade de oportunidades» entre estrangeiros e residir em Portugal e nacionais e «não discriminação positiva» para os estrangeiros.

Fonte: TSF

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