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O Círculo

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Um projecto que promete produzir hidrogénio através de fontes cem por cento renováveis foi ontem galardoado com o Prémio Descartes, no valor de um milhão de euros, pela Comissão Europeia, em Bruxelas, juntamente com outras duas investigações.

Um sistema de telescópio que revolucionou a forma como obtemos imagens do Universo – o High Energy Stereoscopic System –, assim como um estudo, conduzido em França por Guido Kroemer, que se debruça sobre a morte programada das células para desenvolver no futuro novas terapias contra o cancro e a sida são os temas dos dois outros trabalhos laureados. No final da cerimónia, o cientista grego Athanasios Konstandopoulos, que lidera o projecto Hydrosol, explicou que a tecnologia que está a ser ensaiada permitirá a produção de hidrogénio em larga escala e com maior eficiência do que os resultados obtidos nos métodos actuais. O segredo consiste num reactor colossal feito de uma cerâmica especial que, a partir do calor fornecido pela energia solar, consegue promover a libertação do hidrogénio das moléculas de água.

Foi ainda entregue ontem o Prémio Descartes de Comunicação de Ciência, que reconheceu um documentário sobre a história natural da Europa e que foi feito em parceira pelos canais BBC, ZDF alemão e pela Örf, da Áustria. O trabalho retrata o nascimento do património natural do velho continente, desde os tempos dos dinossauros, passando pela formação do Mediterrâneo.

Fonte: Público.pt

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