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OMS alerta para o aumento da taxa de mortalidade por cancro da traqueia e do pulmão.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou hoje para as consequências “ainda devastadores” do tabagismo na saúde pública europeia, apesar dos progressos registados desde 2002 nas políticas de controlo do consumo de tabaco na região.

Num relatório sobre a evolução do combate ao tabagismo na Europa nos últimos quatro anos, a OMS assinala que em países como Portugal e a Roménia ainda está a aumentar a taxa de mortalidade por cancro da traqueia, brônquios e pulmão, tanto em homens como em mulheres.

Nestes países, “a exposição da população ao fumo ou ainda está a aumentar, tanto nas mulheres como nos homens, ou só baixou muito recentemente”, indica o documento, intitulado “European Tobacco Control Report 2007”.

Por isso, “devido ao lapso de tempo entre o fumo e as taxas de morbilidade e mortalidade, que reflectem o comportamento dos fumadores, ainda não é aparente a redução da mortalidade” em consequência do tabagismo que se regista noutros países.

Por outro lado, em todos os países com dados disponíveis, os casos de morte prematura por tabagismo, particularmente entre os homens, são mais elevados nas camadas de população de mais baixos rendimentos e educação.

“O consumo de tabaco foi identificado como um importante responsável da diferença de mortalidade e esperança de vida entre as camadas mais e menos favorecidas da sociedade”, sublinha o relatório.

Quanto aos efeitos do tabagismo na saúde pública, o relatório refere estimativas de 2000 que apontavam para custos directos e indirectos na União Europeia entre 97,7 e 130,3 mil milhões de euros, correspondentes a entre 1,04 e 1,39 por cento do PIB.

Fonte: Lusa

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