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O Círculo

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25 especialistas em robótica, de seis países estão a tentar provar algo que até aqui era da esfera da ficção. Será possível os robôs interagirem com as pessoas de carne e osso. Na criatividade de filmes como I Robot, e muito antes dele na cabeça de génios da ficção científica como Isaac Asimov, sim, seria possível. Mas agora uma equipa liderada por investigadores da Universidade de Hertfordshire querem trazer para a esfera da realidade essa hipótese.

O projecto, que durará três anos, e que está orçamentado em 2,3 milhões de euros, consiste em construir uma série de robôs que conseguem interiorizar pequenas acções praticadas regularmente por pessoas com que convivem e adaptar o comportamento a esses hábitos, como fazem os bebés quando aprendem certos traços de comportamento dos pais ou educadores.

“O mundo humano das emoções é muito complexo, mas há certos aspectos mais simples desse mundo a que nem sequer prestamos atenção, como por exemplo o modo como andamos, que são muito importantes”, disse à BBC News Lola Canamero, uma das coordenadoras da equipa.

“Estamos interessados em fabricar robôs simples, em termos de “hardware”, mas que consigam interagir social e emocionalmente connsco através de pequenos pormenores que caracterizam cada um de nós”, acrescenta Canamero.

Através de câmaras de vídeo simples, captação de sons, sensores de movimento e de distância, a equipa diz que os robôs serão capazes de aprender certas rotinas e interagir através dessa aprendizagem.

O primeiro robô que a equipa está a desenvolver copiará uma resposta emocional muito típica dos bebés: o reconhecimento da mãe nos primeiros minutos de vida.

O projecto conta ainda com a colaboração de investigadores do Centro Nacional de Investigação Científica francês, o Instituto de Sistemas de Comunicação e Computação da Grécia e com a empresa Entertainment Robots, da Dinamarca.

In Público

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