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Cientistas da Universidade de Zurique asseguram, na revista científica britânica Nature de hoje, terem desvendado o mistério das «galáxias negras», um dos maiores enigmas da astrofísica. Segundo os investigadores, estas galáxias perderam a sua matéria luminosa ao entrarem em contacto com outras galáxias mais maciças e tornaram-se mais escuras, explica a Universidade de Zurique num comunicado.

De acordo com simulações efectuadas pelos cientistas de Zurique, quanto maior for a proporção de «matéria negra» numa galáxia, mais pequena é a galáxia.

A equipa de investigadores considera que o universo contém um número muito importante de minúsculas «galáxias negras».

As «galáxias negras», provavelmente de forma esférica, não são objectos isolados e raros, sendo mais provável que sejam muito frequentes à volta das galáxias maciças, como a Via Láctea, afirmam os investigadores.

Apenas 4% da matéria cósmica é visível, sendo o resto composto por «matéria negra» (23%), e de «energia escura» (73%), explicou à agência noticiosa francesa AFP Yves Schutz, director de pesquisas no Centro Europeu para a pesquisa nuclear (CERN), em Genebra.

A presença de «matéria negra» pode ser deduzida pela deslocação gravitacional da luz que passa em proximidade, enquanto que a «energia escura» é anti-gravitacional e esta na origem da expansão do universo, conclui Schutz.

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