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O Círculo

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A ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, anunciou hoje, na sessão parlamentar sectorial de perguntas ao Governo, que a Biblioteca Nacional, em Lisboa, vai ser ampliada com a construção de uma torre.

Isabel Pires de Lima, que respondia a perguntas da oposição, precisou que esta “necessária ampliação da Biblioteca Nacional, que albergará a caixa forte”, irá custar 13 milhões de euros.

“Esta é uma política cultural que não se vê, mas que é estruturante e necessária, que não é festivaleira”.

Na sua intervenção, Isabel Pires de Lima anunciou também que o Museu Arqueológico D. Diogo de Sousa, em Braga, “irá abrir em Junho”, após obras de requalificação.

Ainda no âmbito museológico, a ministra referiu a construção de dois novos espaços: o Museu do Douro e o de Foz do Côa. Estes dois novos museus, disse, constituirão “uma nova centralidade cultural e turística”.

Relativamente ao Museu de Foz Côa, afirmou que “o Governo tem trabalhado para criar melhores acessibilidades”. “O ministério da Cultura e o dos Transportes estão de acordo nesta matéria”, assegurou, adiantando estarem a decorrer negociações entre a REFER (Rede Ferroviária Nacional) e a autarquia local para a exploração turística da antiga linha-férrea.

Oposição leva destino do Museu de Arte Popular ao debate

O desactivado Museu de Arte Popular, em Lisboa, foi também trazido ao debate pelo PSD, CDS-PP e Os Verdes. A oposição queria saber o destino da colecção e da biblioteca, e a justificação da ministra para o desactivar, em vez de o modernizar.

“O Museu – explicou a ministra – estava fechado há alguns anos, apresentava algumas fragilidades, as colecções tinham sido descuradas e foi uma opção política encerrá-lo”.

Quanto às colecções, esclareceu que elas “irão ser recebidas no espaço de reservas, recentemente modernizadas e ampliadas, do Museu Nacional de Etnologia”, que acolherá também a biblioteca.

A ministra revelou ainda que está a ser equacionada a ampliação do Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa, no âmbito do próximo quadro comunitário de apoio

O Convento de Jesus, em Setúbal, foi também referenciado pelas bancadas de “Os Verdes” e PCP, tendo a ministra informado que as actuais obras em curso estão orçadas em 600 mil euros. Trata-se de “obras na estrutura do telhado que são essenciais para a preservação do monumento e que irão continuar”.

Isabel Pires de Lima aproveitou para salientar “a boa cooperação” entre o seu ministério e as autarquias, assinalando ter já assinado protocolos de cooperação com 70.

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