A Câmara Municipal de Ponte de Sor promove a 2ª edição do “Prémio Literário José Luís Peixoto”.

Este Prémio é um concurso de âmbito internacional, aberto a

  • jovens cidadãos de nacionalidade portuguesa e
  • jovens cidadãos naturais e/ou residentes em países de língua oficial portuguesa.
  • jovens que completem 25 anos de idade até ao dia 31 de Dezembro de 2008.

O objectivo é

  1. premiar trabalhos inéditos na modalidade de Poesia
  2. incentivando, assim, a criatividade literária entre os jovens, bem como o gosto pela leitura.

Os candidatados devem fazer chegar os seus trabalhos à Câmara Municipal de Ponte de Sor até 15 de Março de 2008, impreterivelmente.

Para informação mais detalhada consulta no Blog da Biblioteca Municipal de Ponte de Sor o respectivo Regulamento

Podes, ainda, contactar a organização através do Telf. 242204061, do Fax 242204061 ou do correio electrónico bib-ponte-sor@ail.telepac.pt.


O Parlamento Europeu e a Fundação do Prémio Internacional Carlos Magno de Aachen convidam os jovens da União Europeia a participar no concurso “Prémio Europeu Carlos Magno para a Juventude”.

O Prémio tem como temas

  • o desenvolvimento e a integração da União Europeia e
  • questões relacionadas com a identidade europeia.

O “Prémio Europeu Carlos Magno para a Juventude” é atribuído a projectos que:

  1. Promovam o entendimento a nível europeu e internacional
  2. Fomentem o desenvolvimento de um sentido partilhado da identidade e da integração europeias
  3. Sirvam de modelo aos jovens que vivem na Europa e
  4. Ofereçam exemplos práticos de europeus que vivem juntos formando uma comunidade.

Toma bem nota: o prazo para a entrega de candidaturas expira em 8 de Fevereiro de 2008

aqui, com atenção, as Regras do Concurso e candidata-te!

Para mais informações navega no sítio do Gabinete, em Portugal, do Parlamento Europeu e escreve a tua questão neste e-mail ou contacta o Gabinete pelo tel. 213 504 900 ou pelo fax 213 540 004.

Participa!


O Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida - que funciona no âmbito da Assembleia da República - está a organizar um concurso para a criação do seu logótipo.

O concurso dirige-se a

  • Jovens até aos 35 anos
  • Licenciados em áreas como a Arquitectura, Design e afins

A escolha deste perfil de candidatos tem como objectivo promover o trabalho/talento de jovens licenciados defrontados com o grave problema do emprego.

O júri será constituido por 9 personalidades e o prémio é no montante de 2 500€.

Aqui tens a Ficha de Inscrição!

Depois de a preencheres, devidamente, junta-lhe a proposta de logótipo - em formato electrónico e em maqueta - e envia os 2 elementos para:

Assembleia da República
Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida
Palácio de S. Bento
1249-068 Lisboa
E-mail: cnpma.correio@ar.parlamento.pt.

O prazo limite é o dia 29 de Fevereiro de 2008!

Para mais informações contacta Ana Rita Laranjeira
E-mail: Ana.Laranjeira@ar.parlamento.pt
Tel.21 391 9303

e concorre!


O PoliEmpreende é um concurso de ideias e de planos de negócios promovido conjuntamente por todos os Institutos Politécnicos a nível Nacional.

O concurso tem uma componente regional e outra nacional.

A nível regional cada Instituto Politécnico, promove um conjunto de iniciativas que deverão culminar na escolha do melhor projecto.

Estes 16 melhores projectos são submetidos à apreciação de um júri nacional que deverá escolher os melhores 3 projectos.

Especialmente dirigido à comunidade académica, podem também concorrer entidades externas desde que integradas em equipas maioritariamente compostas por elementos da comunidade IPS.

O concurso desenvolve-se, integrando diversas fases e interacções com o objectivo de envolver verdadeiramente os participantes na temática do Empreendedorismo e no fomento do espírito empresarial.

Consulta aqui mais pormenores sobre o Poliempreende.

Calendário
Oficina E: Fevereiro de 2008
Concurso de Ideias: Fevereiro/Março de 2008
Oficina E2: Março de 2008
Concurso de Planos de Negócio: entrega 7 de Maio de 2008
Publicação de resultados regionais: 21 de Maio de 2008
Publicação de resultados nacionais: 11 de Junho de 2008
Entrega de prémios nacionais: 19 de Junho de 2008

Participa!

Para mais Informações e Inscrições:
Instituto Politécnico de Setúbal
Gabinete OTIC-IPS (EST Setúbal)
Campus do IPS, Estefanilha
2910-761 Setúbal
otic@otic.ips.pt
Tel.: 265 790 250
http://www.otic.ips.pt/otic/content/index.php?action=detailfo&rec=1796&t=Poliempreende


A Direcção-Geral do Consumidor promove, em parceria com o Instituto Português da Juventude I.P., o concurso Consumidor Jovem Responsável.

Esta iniciativa tem como objectivo:

  • estimular os jovens e as respectivas Associações de Jovens, para temas ligados à defesa do consumidor.

Podes ganhar um prémio no valor de 5.000€ para o teu projecto.
O prazo para apresentação de projectos decorre até às 24h de 15 de Fevereiro de 2008.

Acede aqui à ficha de candidatura e envia-a para o seguinte e-mail dgc@dg.consumidor.pt.

Os projectos realizar-se-ão de 16 de Março a 1 de Dezembro de 2008 e o seu público-alvo não poderá ter idade inferior a 13 anos.

Para mais informações:
• Acede aqui ao Regulamento do Concurso;
• Contacta a Loja Ponto JA mais próxima de ti!

Concorre !!


Está a decorrer o Concurso “Cria o teu Videoclip”, inserido na 3.ª edição do Festival EP ao Vivo

Este ano o concurso realiza-se nos dias 29 de Março e 5 de Abril, no Auditório da Junta de Freguesia de Espinho, em Espinho.

Para que te decidas, aqui estão as principais regras:

  1. Deves escolher uma das músicas que vais ter à disposição, com o intuito de realizar um videoclip
  2. O videoclip pode ser criado em qualquer estilo
      • animação 3D, 2D
      • Stop Motion
      • Documentário
      • Outros

3. Deves colocar o produto final num DVD, com formato AVI no canal do festival no Youtube.com

4. Deves enviá-lo, por correio, Ac/ do Director do Festival, para a seguinte morada: Rua 16 n.º 1000 3º andar 4500 Espinho

5. Para procederes à inscrição no concurso envia um e-mail para epmusica@gmail.com com os seguintes dados:

  • Nome
  • Idade
  • Localidade
  • Profissão

Nota bem: O prazo limite de entrega dos videoclips é 24 de Março.

Boa sorte!

Uma equipa do Instituto J. Craig Venter, nos EUA, revelou hoje que conseguiu dar mais um passo crucial para criar vida artificial no laboratório. No centro das atenções está uma minúscula bactéria, cujo ADN é formado apenas por um cromossoma.

Este é o mais pequeno genoma que se conhece capaz de se replicar de forma autónoma numa célula. Porque é que está no centro das atenções? Porque a totalidade do seu património genético acaba de ser quimicamente sintetizada no laboratório, de raiz, a partir dos seus componentes de base – e isso, apesar do diminuto tamanho deste genoma, é uma proeza sem paralelo. A partir daqui, poderá faltar muito pouca coisa – e pouco tempo – para ser possível criar vida artificial.

Daniel Gibson e colegas, investigadores do Instituto J. Craig Venter, em Rockville, no Maryland, criado pelo já célebre geneticista descodificador do genoma humano, publicam amanhã na revista “Science” os pormenores de um trabalho que descrevem como um “gigantesco desafio técnico”.

A molécula de ADN da bactéria em questão, “Mycoplasma genitallium” (responsável por uma infecção sexualmente transmitida) é uma cadeia com 582.970 tijolos de construção moleculares – os famosos “pares de bases” que entram na composição do ADN (a título comparativo, o ADN humano possui três mil milhões de pares de bases). Até agora, o maior ADN totalmente sintético que algum laboratório no mundo tinha conseguido fabricar continha só 32 mil pares de bases e era de origem viral, salientam os cientistas no artigo. Para mais, um vírus, ao contrário de uma bactéria, não é um organismo capaz de se reproduzir de forma autónoma. É apenas um pedacinho de ADN e precisa das células hospedeiras que infecta para se multiplicar. Uma bactéria é já algo de muito mais respeitável: é um organismo vivo na total acepção da palavra.

“O que fizemos representa um enorme feito tecnológico”, disse Ham Smith, um dos autores do trabalho. “A molécula sintética que criámos é quase 20 vezes maior do que qualquer molécula de ADN sintetizada até agora e publicada por outros grupos.”

Chegar lá não foi fácil – e até implicou alterar o método utilizado até agora, passando a aproveitar a maquinaria celular de um outro “titã” microscópico – a vulgar levedura da cerveja – para conseguir juntar os pedaços do ADN e construir a grande molécula final.

Os cientistas começaram por fabricar quimicamente uma centena de segmentos do ADN da bactéria com cerca de cinco a sete mil pares de bases; a seguir, juntaram esses segmentos, utilizando a bacteria intestinal “Escherichia coli” (uma estrela dos laboratórios de biotecnologia) e obtiveram segmentos maiores, com 24 mil a 144 mil pares de bases.

Por último, utilizando a levedura, juntaram todos esses segmentos numa única molécula com os tais 582.970 pares de bases, criando assim uma cópia perfeita, mas artificial, do genoma de “Mycoplasma genitallium”.

Bom… a cópia não é exactamente perfeita. É que os cientistas introduziram deliberadamente duas diferenças no genoma artificial: por um lado, retiraram-lhe um gene, chamado MG408, que é responsável pelo carácter patogénico da “M. Genitallium”. Por outro, inseriram “marcas de água”, isto é, pequenas sequências genéticas sem qualquer efeito, no meio do ADN sintético, para conseguir distingui-lo do seu homólogo natural.

Fonte: Público

O mundo virtual Second Life está a ser utilizado por universidades de medicina no Reino Unido como local para melhorar as aptidões dos alunos na interacção com os pacientes.

A Universidade de Coventry marca presença desde o início deste ano lectivo no Second Life, com um módulo de aprendizagem que permite aos alunos ganharem competências a nível de gestão hospitalar.

A St. George´s Medical School é outro estabelecimento de ensino superior que olha para o mundo virtual como forma de estimular a aprendizagem, focando em particular as aptidões de relacionamento médico-paciente.

Ambas reconhecem vantagens na utilização daquela plataforma para fins de aprendizagem e apontam o feedback positivo dos alunos.

Para Maggi Savin-Baden, da Universidade de Coventry, o Second Life possibilita que os alunos «tenham a sensação de estarem no mesmo quarto ou mesmo espaço que outros participantes no processo, o que torna tudo mais activo».

Outra das vantagens é apontada por Emily Conradi, da St. George´s Medical School, que destaca o potencial do Second Life de «conseguir reunir estudantes de todo o mundo para escutar oradores especializados provenientes de qualquer local do mundo».

Fonte: SOL

Pela primeira vez em Portugal,  ‘turistas  voluntários’ da Organização Não Governamental (ONG) norte-americana Global Volunteers vão passar este ano férias em Beja para ensinar crianças e adultos a falar inglês, disse hoje fonte do município.

Através do projecto Férias de Voluntário, criado em 1994 pela Global Volunteers, falantes nativos de inglês tornam-se ’ turistas voluntários’ e vão de férias para um determinado destino escolhido pela ONG.

Nos locais de férias, durante a estadia, que é paga pelos próprios, os turistas, entre períodos de descanso e de lazer, tornam-se professores voluntários para ensinar gratuitamente crianças e adultos a falar a língua de Shakespeare.
Entre Fevereiro e Outubro, quatro grupos de ‘turistas voluntários’ da Global Volunteers vão passar, cada um, 15 dias de férias em Beja, precisou o vereador do município, José Monge.

Durante as férias, de segunda a sexta-feira, ao longo de quatro horas diárias, «os turistas vão ensinar alunos de várias escolas básicas, duas secundárias, da Casa Pia e da Universidade Sénior de Beja a falar inglês», acrescentou o autarca.

Segundo informações disponíveis no site da Global Volunteers, normalmente, o ensino é feito através da prática informal da língua inglesa, ou seja, ´conversas simples’ entre os voluntários  os professores e os alunos das escolas.

A Global Volunteers justifica a escolha de Beja explicando «que em Portugal os habitantes fora das zonas turísticas dispõem de poucas oportunidades para falar e aprender inglês com nativos da língua».

A Câmara de Beja, além de mediadora entre a ONG e as escolas e instituições da cidade interessadas em acolher o projecto, explicou José Monge, vai preparar um roteiro para os turistas voluntários, com «passagem garantida pelos principais atractivos» da região de Beja.

O primeiro grupo, constituído por 18 turistas norte-americanos, vai estar de férias em Beja, entre 23 de Fevereiro e 08 de Março, mas ainda não está definido em que escolas vão ensinar voluntariamente a falar inglês.

Segue-se o grupo de 21 turistas, entre 19 de Abril e 03 de Maio, sendo que os terceiro e quarto grupos vão estar de férias, respectivamente, entre 07 e 21 de Junho e entre 27 de Setembro e 11 de Outubro.

A Global Volunteers continua a recrutar turistas voluntários para passar férias este ano em Beja e já tem marcados novos períodos para 2009, também entre Fevereiro e Outubro.

Criada em 1984, a Global Volunteers, uma das primeiras ONG a receber o estatuto de Consultores Especiais das Nações Unidas para o Voluntariado, organiza projectos sociais em regime de trabalho voluntário, para promover o desenvolvimento microeconómico e humano.

A ONG mobiliza anualmente mais de 2.500 voluntários, divididos em 150 equipas, que ajudam mais de 100 comunidades locais em mais de 20 países.

Lusa/SOL

Uma descoberta publicada pela Nature Medicine poderá finalmente permitir o fabrico de órgãos artificiais para transplantes. Os resultados são ainda muito preliminares, foram obtidos com corações de ratos e vão demorar anos a serem aplicados a seres humanos.

Mas as opiniões são consensuais: trata-se de uma abordagem extremamente promissora e que pode vir a gerar um dia, no laboratório, peças sobressalentes para o corpo humano, órgãos bioartificiais em tudo semelhantes aos naturais e feitos à medida de cada doente.

Todos os anos, dezenas de milhares de pessoas com insuficiência cardíaca muito grave morrem à espera de um transplante de coração. A penúria também vale para os rins e outros órgãos. Para mais, depois de um transplante cardíaco, impõe-se um tratamento vitalício com imunossupressores para evitar a rejeição, o que condena muitos doentes à diabetes, hipertensão, problemas renais, etc.

A engenharia dos tecidos não é algo novo: usa-se pele artificialmente gerada para tratar grandes queimados e estão actualmente em curso testes de bexigas artificiais fabricadas a partir das células dos doentes. Mas no artigo anteontem publicado on-line pela equipa de Doris Taylor, da Universidade do Minnesota, há pelo menos duas novidades cabais: por um lado, os corações gerados têm a arquitectura de um coração natural; por outro, batem como um coração.

“O que fizemos foi simplesmente pegar nos tijolos de construção da própria natureza para construir um novo órgão”, diz Harald Ott, do Hospital Geral do Massachusetts e co-autor do estudo, citado por um comunicado da Universidade do Minnesota. “Quando vimos as primeiras contracções, ficámos sem fala.”

Em vez de tentar produzir um coração de raiz, com toda a sua intricada estrutura, utilizando somente células precursoras das células cardíacas, os investigadores aproveitaram a estrutura tridimensional cardíaca de base para construir o órgão. Utilizando corações de ratos, começaram por os despir de todas as suas células com detergentes especiais - técnica que também não é nova, chamada “descelularização”. No fim desta fase, só restava dos órgãos originais um “esqueleto”, uma matriz de tecido extracelular, com as suas câmaras, as suas válvulas e a sua estrutura vascular.

Órgãos-fantasma

A fase seguinte consistiu em reconstruir um coração novo com base nestes órgãos-fantasma. Para isso, recorreu-se a células cardíacas imaturas vindas de ratos recém-nascidos. Os cientistas injectaram centenas de milhões destas células dentro das matrizes vazias e introduziram os objectos bioartificiais dentro de máquinas incubadoras capazes de simular o ambiente em que um coração se desenvolveria naturalmente.

Quatro dias mais tarde, observaram as primeiras contracções; oito dias depois, os corações começaram a bombear sangue com uma potência equivalente a dois por cento de um coração de rato. Mesmo assim, uma proeza. “Quando cortamos estes no-vos corações às fatias, lá estão as células”, diz Taylor, citada pelo mesmo documento. “Elas possuem uma série de marcadores cardíacos e parecem saber qual deve ser o comportamento do tecido cardíaco.”

Para os cientistas, o passo seguinte consiste em construir um coração já não com células cardíacas imaturas, mas com células estaminais - que são ainda mais primordiais e capazes de dar origem a todos os tecidos do organismo. “O nosso objectivo é utilizar as células estaminais dos doentes”, diz Taylor. Extraídas, por exemplo, da medula óssea. Hoje em dia, este tipo de procedimento ainda é proibitivo em termos de custos e de tempo, mas os cientistas esperam que se torne fazível regenerar um coração à medida do doente em poucos meses.

Já vislumbram o futuro: utilizar como “andaime” corações de porco, muito semelhantes ao humano. E gerar “rins, fígados, pulmões, pâncreas”. “Esperamos poder fabricá-los todos um dia”, diz Taylor.

Fonte: Público

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