“Melhor Conhecimento e Compreensão da Juventude” é um dos tópicos fundamentais no trabalho desenvolvido pelo Programa de Parceria na área da Juventude entre o Conselho da Europa e a Comissão Europeia.

Até à data, o European Knowledge Center for Youth Policy - EKCYP tem vindo a reunir

  1. Informação nas áreas prioritárias do Livro Branco da Política Europeia de Juventude (vê, no EKCYP, os questionários sobre Participação, Informação, Melhor Conhecimento e Actividades Voluntárias) e
  2. Informação geral sobre a política de Juventude em vários dos países da UE (vê as chamadas Fichas de País).

Baseada na Comunicação da Comissão sobre a Promoveção de uma Participação Plena dos Jovens na Educação, Emprego e Sociedade (Bruxelas, 04.09.2007, COM(2007) 498 final), o EKCYP tem este novo papel de reunir dados sobre os 3 tópicos transversais:

  • Emprego
  • Condições de vida e Estilos de vida
  • Inclusão social dos jovens

É neste contexto que surgem as candidaturas para peritos.

Relativamente aos três tópicos transversais, pretende-se que eles

    • desenvolvam uma estrutura de informação comum
    • recolham informação disponível nas fontes existentes sobre a situação da Juventude na Europa

Os peritos serão contratado pelo Programa de Parceria e podem candidatar-se

  • quer como pessoas singulares que se proponham trabalhar tópicos únicos- Individual Offer

ou

  • enquanto grupo, um consórcio, um Instituto, uma organização , ou qualquer outra entidade que trabalhe os 3 tópicos - Joint Offer

O prazo de candidatura é o dia 17 de Março de 2008 até ao meio dia

As candidaturas devem ser enviadas, em versão electrónica, para o Secretariado do Programa de Parceria.

Para todos os dados sobre esta iniciativa clica aqui.
Para saberes mais sobre os tópicos transversais clica aqui.
Para acesso a documentos, clica aqui.

Acede, depois, aqui à Ficha de Inscrição!

Para mais informação e questões
contacta
Marta Medlinska
e-mail marta.medlinska@coe.int ou
tel. +33 3 90 21 4916.


Este é o 1º Concurso de Bandas organizado pelo Pelouro da Juventude da Câmara Municipal de Rio Maior, que permite promover os talentos musicais dos jovens e promover bandas que ainda não tiveram oportunidade de singrar no meio musical.

Está previsto nas normas de participação que, ainda que este concurso seja a nível nacional, duas das seis bandas finalistas sejam obrigatoriamente de Rio Maior ou com elementos que estudem ou vivam no concelho.

A final do Concurso irá decorrer no dia 3 de Abril, no Cineteatro de Rio Maior.

A banda vencedora irá actuar na sexta-feira da V edição das Jornadas da Juventude, a decorrer nos dias 15, 16 e 17 de Maio.

Inscrições
O período de inscrição e entrega de maquetes do Concurso de Bandas “RM Rock” termina no dia 14 de Março, inclusive.

Para esclareceres qualquer dúvida que tenhas, podes contactar a organização, através do e-mail rmrock@rmjovem.pt.

Para mais informações, acesso a regulamento e inscrições, vai a:

http://www.rmjovem.pt/artigo.asp?artid=272


O concurso “Jovens Criadores” é uma organização conjunta da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto (SEJD), do Instituto Português da Juventude (IPJ) e do Clube Português de Artes e Ideias (CPAI).

Visa incentivar e promover valores emergentes de diferentes áreas artísticas.

As áreas a concurso são:

  • Artes Plásticas
  • Banda Desenhada
  • Ciber Arte
  • Dança
  • Design de Equipamento
  • Design Gráfico
  • Fotografia
  • Ilustração
  • Joalharia
  • Literatura
  • Moda
  • Música e
  • Vídeo

Do concurso resultará uma selecção de projectos que será apresentada numa Mostra Nacional e na qual serão indicados os representantes portugueses para um evento de carácter internacional.

A Mostra Nacional constará de:

  1. Exposição dos trabalhos das áreas de
    • Artes Plásticas
    • Banda Desenhada
    • Ciber Arte
    • Design de Equipamento
    • Design Gráfico
    • Fotografia
    • Ilustração e
    • Joalharia
  1. Apresentação de espectáculos nas áreas
    da Dança e Música
  2. Apresentação de uma Mostra de Vídeo
  3. Realização de um Desfile de Moda
  4. Realização de um Café Literário
  5. Amostras JC

Algumas condições para participação no Concurso

  • Os concorrentes deverão ter nacionalidade portuguesa ou residir em território nacional
  • Os concorrentes poderão apresentar-se
    individualmente ou em grupo
  • Podem concorrer jovens com a idade limite de 30 anos, à data de 31.12.2007
  • Nos projectos colectivos admitem-se concorrentes com idade até 35 anos à data de 31.12.2007, sempre que a média de idades do grupo não ultrapasse os 30 anos
  • A inscrição no concurso está sujeita, obrigatoriamente, ao pagamento de uma taxa de inscrição no valor de 15,00€ (cheque endossado ao CPAI, acompanhada pelo preenchimento da ficha de inscrição,
    assim como pela entrega de um dossier de candidatura com a informação e materiais solicitados, referentes à obra a concurso)

O dia 12 de Maio de 2008 é a data limite para inscrição no concurso.

Para obteres mais informações, acede aqui ao Regulamento do Concurso e à Ficha de Inscrição!

Informações complementares em:

http://juventude.gov.pt/Portal/Programas/
ProgJovensCriadores
!

Os portugueses interiorizaram uma norma anti-racista, sabem que ser preconceituoso não é bom. Mas, na forma como se comportam e naquilo que dizem, replicam o comportamento que condenam. Que o digam os ciganos do distrito de Braga, que, de acordo com um estudo realizado naquele distrito, continuam a ser malvistos. Os portugueses acham que estes são maliciosos (61,5%), preguiçosos (70%) e mentirosos (67,5%) e não querem que os seus filhos tenham relacionamentos com eles (44%).

O estudo Relações interétnicas: portugueses, portugueses-ciganos e imigrantes dos PALOP vai ser hoje debatido no seminário sobre migrações e preconceito, no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Concluído em 2006, partiu de entrevistas a mais de mil pessoas naquela região: portugueses, ciganos e imigrantes dos PALOP. Coordenado por Manuel Carlos Silva, da Universidade do Minho, e José Manuel Sobral, da Universidade de Lisboa, o trabalho conclui que são os ciganos os mais discriminados. Foi identificado um claro grau de “hostilidade e discriminação” em relação a estes.

Manuel Carlos Silva explica que há poucos contactos entre as várias comunidades. “Os portugueses instalados não se dão com os negros nem com os ciganos, não frequentam os mesmos espaços, não vão a casa uns dos outros.” E se, em relação aos imigrantes dos PALOP, “reconhecem vínculos identitários, no caso dos ciganos há uma enorme desconfiança”. E refere que os números do inquérito ficam aquém da realidade, porque as pessoas não admitem que são racistas porque sabem que esse comportamento é condenável.

O investigador explica que estes estereótipos são muito difíceis de quebrar. “Um incidente isolado valida o estereótipo que 40 ou 50 casos contrários não conseguem reverter.” E refere: “Numa sociedade que valoriza a escolaridade estes continuam a estar numa fronteira que é também económica.”

Fonte: DN

Relatório da Comissão Europeia diz que Portugal é o segundo país da UE onde o risco de pobreza infantil é maior. A subida do desemprego, o baixo nível de vida e a elevada taxa de abandono escolar são factores que explicam o retrato negro Uma em cada cinco crianças portuguesas está exposta ao risco de pobreza, o que faz de Portugal o País da União Europeia, a seguir à Polónia, onde as crianças são mais pobres ou correm maior risco de cair nessa situação.

O retrato negro consta do relatório conjunto sobre a protecção social e inclusão que é hoje apresentado em Bruxelas (Bélgica) e que deverá ser adoptado no dia 29 pelo Conselho de Ministros do Emprego e Segurança. O mesmo relatório permite concluir que a situação portuguesa nesta matéria não só piorou em termos absolutos face ao último balanço realizado sobre a matéria em 2005 ( referente a rendimentos apurados em 2004) como também ficou mais isolada em termos comparativos.

Portugal em penúltimo

No balanço anterior, o nível de exposição à pobreza infantil em Portugal estava em 20% e alinhava com países como a Espanha, Irlanda e a Grécia, estando, ainda assim, abaixo dos níveis registados na Lituânia e na Polónia. Agora, de acordo com dados do novo relatório, o risco de pobreza infantil só é pior na Polónia, e já superou o patamar de 20%.

Uma situação que está relacionada com a escalada do desemprego em Portugal. Enquanto em 2004, Portugal ainda apresentava das taxas de desemprego mais baixas de toda a União Europeia, nos últimos anos, a situação inverteu-se.

Em Julho do ano passado, por exemplo, Portugal já era, a par de países como a Grécia, Polónia e Eslováquia, um dos três países com as mais elevadas taxas de desemprego, em torno dos 8,2%.

Baixos salários

O desemprego não é, no entanto, o único factor a explicar o crescimento do risco de exposição infantil à pobreza, que remete também para o baixo nível salarial praticado em Portugal, para a crescente precariedade do emprego ou para níveis mais baixos de transferências sociais.

Nunca é demais lembrar que mais de 20% da população empregada tem actualmente contratos a prazo - que não garantem estabilidade de rendimentos - e que o salário mínimo não vai, este ano, além dos 426 euros. Em 2006, por exemplo, o salário médio nacional rondava os 712 euros.

Isso mesmo é possível concluir do relatório conjunto sobre protecção social e inclusão, quando refere que o risco abrange tanto as crianças que vivem no seio de famílias desempregadas como as que vivem em lares onde os pais estão empregados.

Isto, porque, de acordo com dados do Eurostat de 2005, relativos a rendimentos de 2004, os trabalhadores portugueses são, juntamente com os polacos, os que apresentam a mais elevada taxa de risco de pobreza, em torno dos 14%, no seio da União Europeia. Ou porque os salários não são suficientes ou porque o emprego não é sustentável.

Mesmo assim, relativamente ao risco para as crianças, há outros países que partilham com Portugal níveis relativamente altos de pobreza, como sejam a Espanha, Grécia, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo e Polónia.

“É uma situação que tem de ser superada, porque afecta direitos básicos de cidadania”, afirma Armando Leandro. O presidente da Comissão Nacional de Protecção de Crianças em Perigo diz mesmo que “o combate à pobreza deve ser um desígnio nacional” e que existem já iniciativas para a combater. O responsável separa a situação da pobreza do risco para a criança, mas refere que há perigos, como “menor disponibilidade dos pais ou menor escolarização”

Os estudos realizados sobre a pobreza coincidem na conclusão de que os riscos de pobreza aumentam nas famílias com crianças e idosos, mas também, e sobretudo, nas famílias monoparentais.

Deficiente alimentação

A situação de desestruturação familiar é apontada pela presidente do Banco Alimentar, para explicar “o agravamento das condições de vida” de muitas famílias. “Muitas crianças apenas se alimentam com o que lhes é servido nas instituições de solidariedade social, nem sequer tomam pequeno-almoço em casa”, disse Isabel Jonet. Acrescentando que “quando vão de férias regressam mais magras”.

O abandono escolar é outro factor incontornável para medir o risco de exposição infantil à pobreza, sabendo–se que os desníveis nas qualificações são a causa fulcral das desigualdades sociais. A este respeito, Portugal também está numa posição preocupante: a percentagem de jovens até os 24 anos com baixa educação secundária era de 39% em 2006 (ano lectivo de 2004-2005), a segunda pior de toda a União Europeia, a seguir a Malta. A taxa de abandono escolar baixou entretanto para valores da ordem dos 35%, mas, ainda assim, Portugal continua, neste campo, na cauda da União Europeia.

Fonte: DN

1)  UM DIFUSO MAL-ESTAR

 

Sente-se hoje na sociedade portuguesa um mal-estar difuso, que alastra e mina a confiança essencial à coesão nacional.

Nem todas as causas desse sentimento são exclusivamente portuguesas, na medida em que reflectem tendências culturais do espaço civilizacional em que nos inserimos. Mas uma boa parte são questões internas à nossa sociedade e às nossas circunstâncias. Não podemos, por isso, ceder à resignação sem recusarmos a liberdade com que assumimos a responsabilidade pelo nosso destino.

Assumindo o dever cívico decorrente de uma ética da responsabilidade, a SEDES entende ser oportuno chamar a atenção para os sinais de degradação da qualidade da vida cívica que, não constituindo um fenómeno inteiramente novo, estão por detrás do referido mal-estar.

 

 

2) DEGRADAÇÃO DA CONFIANÇA NO SISTEMA POLÍTICO

 

Ao nível político, tem-se acentuado a degradação da confiança dos cidadãos nos representantes partidários, praticamente generalizada a todo o espectro político.

É uma situação preocupante para quem acredita que a democracia representativa é o regime que melhor assegura o bem comum de sociedades desenvolvidas. O seu eventual fracasso, com o estreitamento do papel da mediação partidária, criará um vácuo propício ao acirrar das emoções mais primárias em detrimento da razão e à consequente emergência de derivas populistas, caciquistas, personalistas, etc.

Importa, por isso, perseverar na defesa da democracia representativa e das suas instituições. E desde logo, dos partidos políticos, pilares do eficaz funcionamento de uma democracia representativa. Mas há três condições para que estes possam cumprir adequadamente o seu papel. 

Têm, por um lado, de ser capazes de mobilizar os talentos da sociedade para uma elite de serviço; por outro lado, a sua presença não pode ser dominadora a ponto de asfixiar a sociedade e o Estado, coarctando a necessária e vivificante diversidade e o dinamismo criativo; finalmente, não devem ser um objectivo em si mesmos…

É por isso preocupante ver o afunilamento da qualidade dos partidos, seja pela dificuldade em atrair e reter os cidadãos mais qualificados, seja por critérios de selecção, cada vez mais favoráveis à gestão de interesses do que à promoção da qualidade cívica. E é também preocupante assistir à tentacular expansão da influência partidária – quer na ocupação do Estado, quer na articulação com interesses da economia privada – muito para além do que deve ser o seu espaço natural.

Estas tendências são factores de empobrecimento do regime político e da qualidade da vida cívica. O que, em última instância, não deixará de se reflectir na qualidade de vida dos portugueses.

 

 

3) VALORES, JUSTIÇA E COMUNICAÇÃO SOCIAL

 

Outro factor de degradação da qualidade da vida política é o resultado da combinação de alguma comunicação social sensacionalista com uma justiça ineficaz. E a sensação de que a justiça também funciona por vezes subordinada a agendas políticas.

Com ou sem intencionalidade, essa combinação alimenta um estado de suspeição generalizada sobre a classe política, sem contudo conduzir a quaisquer condenações relevantes. É o pior dos mundos: sendo fácil e impune lançar suspeitas infundadas, muitas pessoas sérias e competentes afastam-se da política, empobrecendo-a; a banalização da suspeita e a incapacidade de condenar os culpados (e ilibar inocentes) favorece os mal-intencionados, diluídos na confusão. Resulta a desacreditação do sistema político e a adversa e perversa selecção dos seus agentes.

Nalguma comunicação social prolifera um jornalismo de insinuação, onde prima o sensacionalismo. Misturando-se verdades e suspeitas, coisas importantes e minudências, destroem-se impunemente reputações laboriosamente construídas, ao mesmo tempo que, banalizando o mal, se favorecem as pessoas sem escrúpulos.

Por seu lado, o Estado tem uma presença asfixiante sobre toda a sociedade, a ponto de não ser exagero considerar que é cada vez mais estreito o espaço deixado verdadeiramente livre para a iniciativa privada. Além disso, demite-se muitas vezes do seu dever de isenta regulação, para desenvolver duvidosas articulações com interesses privados, que deixam em muitos um perigoso rasto de desconfiança.

Num ambiente de relativismo moral, é frequentemente promovida a confusão entre o que a lei não proíbe explicitamente e o que é eticamente aceitável, tentando tornar a lei no único regulador aceitável dos comportamentos sociais. Esquece-se, deliberadamente, que uma tal acepção enredaria a sociedade numa burocratizante teia legislativa e num palco de permanente litigância judicial, que acabaria por coarctar seriamente a sua funcionalidade. Não será, pois, por acaso que é precisamente na penumbra do que a lei não prevê explicitamente que proliferam comportamentos contrários ao interesse da sociedade e ao bem comum. E que é justamente nessa penumbra sem valores que medra a corrupção, um cancro que corrói a sociedade e que a justiça não alcança.

 

 

4) CRIMINALIDADE, INSEGURANÇA E EXAGEROS

 

A criminalidade violenta progride e cresce o sentimento de insegurança entre os cidadãos. Se é certo que Portugal ainda é um país relativamente seguro, apesar da facilidade de circulação no espaço europeu facilitar a importação da criminalidade organizada. Mas a crescente ousadia dos criminosos transmite o sentimento de que a impune experimentação vai consolidando saber e experiência na escala da violência.

Ora, para além de alguns fogachos mediáticos, não se vê uma acção consistente, da prevenção, da investigação e da justiça, para transmitir a desejada tranquilidade.

Mas enquanto subsiste uma cultura predominantemente laxista no cumprimento da lei, em áreas menos relevantes para as necessidades do bom funcionamento da sociedade emerge, por vezes, uma espécie de fundamentalismo utra-zeloso, sem sentido de proporcionalidade ou bom-senso.

Para se ter uma noção objectiva da desproporção entre os riscos que a sociedade enfrenta e o empenho do Estado para os enfrentar, calculem-se as vítimas da última década originadas por problemas relacionados com bolas de Berlim, colheres de pau, ou similares e os decorrentes da criminalidade violenta ou da circulação rodoviária e confronte-se com o zelo que o Estado visivelmente lhes dedicou.

E nesta matéria a responsabilidade pelo desproporcionado zelo utilizado recai, antes de mais, nos legisladores portugueses que transcrevem para o direito português, mecânica e por vezes levianamente, as directivas de Bruxelas.

 

 

5) APELO DA SEDES

 

O mal-estar e a degradação da confiança, a espiral descendente em que o regime parece ter mergulhado, têm como consequência inevitável o seu bloqueamento. E se essa espiral descendente continuar, emergirá, mais cedo ou mais tarde, uma crise social de contornos difíceis de prever.

A sociedade civil pode e deve participar no desbloqueamento da eficácia do regime  – para o que será necessário que este se lhe abra mais do que tem feito até aqui –, mas ele só pode partir dos seus dois pólos de poder: os partidos, com a sua emanação fundamental que é o Parlamento, e o Presidente da República.

As últimas eleições para a Câmara de Lisboa mostraram a existência de uma significativa dissociação entre os eleitores e os partidos. E uma sondagem recente deu conta de que os políticos – grupo a que se associa quase por metonímia “os partidos” – são a classe em que os portugueses menos confiam.

Este estado de coisas deve preocupar todos aqueles que se empenham verdadeiramente na coisa pública e que não podem continuar indiferentes perante a crescente dissociação entre o conceito de “res pública” e o de intervenção política!

A regeneração é necessária e tem de começar nos próprios partidos políticos, fulcro de um regime democrático representativo. Abrir-se à sociedade, promover princípios éticos de decência na vida política e na sociedade em geral, desenvolver processos de selecção que permitam atrair competências e afastar oportunismos, são parte essencial da necessária regeneração.

Os partidos estão na base da formação das políticas públicas que determinam a organização da sociedade portuguesa. Na Assembleia ou no Governo exercem um mandato ratificado pelos cidadãos, e têm a obrigação de prestar contas de forma permanente sobre o modo como o exercem.

Em geral o Estado, a esfera formal onde se forma a decisão e se gerem os negócios do país, tem de abrir urgentemente canais para escutar a sociedade civil e os cidadãos em geral. Deve fazê-lo de forma clara, transparente e, sobretudo, escrutinável. Os portugueses têm de poder entender as razões que presidem à formação das políticas públicas que lhes dizem respeito.

A SEDES está naturalmente disponível para alimentar esses canais e frequentar as esferas de reflexão e diálogo que forem efectiva e produtivamente activadas.

 

 

Sedes, 21 de Fevereiro de 2008

 

O Conselho Coordenador

(Vitor Bento (Presidente), M. Alves Monteiro, Luís Barata, L. Campos e Cunha, João Ferreira do Amaral, Henrique Neto, F. Ribeiro Mendes, Paulo Sande, Amílcar Theias

O Posto Transfronteiriço de Informação Juvenil de Braga – IPJ, o Centro Goianês (Tomiño), a Escola Secundária “Sangriña” (A Guarda) e o Posto Juvenil Transfronteiriço Galiza-Norte de Portugal (Tui) promovem,

  • a 2.ª Mostra de Teatro Amador do Minho

Este evento é patrocinado pela Direcção Geral de Criação e Difusão da Junta da Galiza.

Podes participar com peças de teatro amador em língua portuguesa ou gestual, e

  • envia até 13 de Março de 2008 a seguinte informação:
    • dados do grupo
    • titulo da obra, autor e sinopse da mesma, e ainda
    • 6 cópias gravadas em DVD da obra completa,
  • para o Posto Transfronteiriço de Informação Juvenil de Braga do IPJ e consulta o regulamento!…depois mãos à obra!

A 2.º Mostra realizar-se-á nos dias 25, 26 e 27 de Abril de 2008, caso o teu grupo seja seleccionado, os prémios são aliciantes!

Participa!…
Aventura-te nesta experiência de teatro amador!

Para mais informações contacta:
Posto Transfronteiriço de Informação JuvenilIPJ de Braga
Rua de Santa Margarida, 6
4710-306 Braga
E-mail: ptij@ipj.pt; Tel. +351253204250

Estão abertas as inscrições para o Concurso “Jovens Cientistas e Investigadores” - 2008, promovido pela Fundação da Juventude.

O prazo de entrega de trabalhos termina a 20 de Abril próximo.

De âmbito nacional, o Concurso

  1. apela ao espírito competitivo dos jovens, através da realização e desenvolvimento de projectos/trabalhos científicos e
  2. visa, também, contribuir para o aparecimento de jovens talentos

Destinado a

  • jovens estudantes portugueses
  • com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos e
  • a frequentar, no máximo, o 1º ano do ensino superior

Os interessados podem concorrer individualmente ou em grupo, no máximo de 3 elementos, apresentando trabalhos que abordem uma das seguintes áreas de estudo:

  • Biologia, Ciências da Terra
  • Ciências do Ambiente
  • Ciências Médicas
  • Ciências Sociais
  • Economia
  • Engenharia
  • Física
  • Informática/Ciências da Computação
  • Matemática e
  • Química

Cada trabalho exige, ainda, a participação de um professor, coordenador do projecto.

O 4 Grandes Prémios - no valor de 2.000, 1.500, 1.000 e 500 Euros - serão atribuídos na forma de material ou equipamento científico.

Serão, ainda, atribuídas Menções Honrosas.

O Regulamento e a Ficha de Inscrição estão disponíveis em www.fjuventude.pt/jcientistas2008.

Para mais informações lê aqui!

Concorre!

Está aberto o período de candidaturas para o Seminário para Estabelecimento de Contactos “Encontro para a Participação”, que vai ter lugar em Bruxelas de 11 a 16 de Março próximo.

Este seminário visa:

  • uma troca de experiências entre participantes;
  • encetar parcerias e construir as bases de futuros projectos de Democracia Juvenil no âmbito do Programa Juventude em Acção*.

Objectivos gerais

  • Partilhar experiências e estabelecer contactos;
  • Debater as temáticas da participação, democracia e parcerias;
  • Informar sobre o Programa Juventude em Acção;
  • Facilitar o processo de estabelecimento de parcerias;
  • Desenvolver projectos de Democracia Juvenil

Perfil de participantes

  • líderes juvenis e/ou pessoas envolvidas (a título profissional ou voluntário) em entidades que trabalham na área da juventude;
  • motivados para o desenvolvimento de projectos de Democracia Juvenil no âmbito do Programa Juventude em Acção.

Condições de participação

  • Os custos com a viagem internacional são suportados pela Agência Nacional portuguesa;
  • Os custos de alojamento e alimentação são suportados pela entidade organizadora;
  • O seguro de saúde e as deslocações em território nacional serão da responsabilidade dos participantes seleccionados.

A Agência Nacional suporta os custos de viagens aéreas entre Madeira / Açores e o continente caso os participantes seleccionados residam nas regiões autónomas.

Inscrição

Os interessados deverão preencher o formulário, obrigatoriamente em inglês, e enviá-lo, para a Agência Nacional em alternativa, via:

  • fax +351 21 317 92 10 (A/c: Liliana Cruz);
  • correio electrónico (para Liliana Cruz: liliana.cruz@ipj.pt );

Prazo de candidatura: 20 de Fevereiro de 2008 (data de entrada na Agência Nacional)

Informações complementares:

  • A Agência Nacional prevê seleccionar dois participantes para esta actividade;
  • Os resultados do curso serão divulgados a todos os candidatos (por e-mail ou correio postal);

O que é o Programa Juventude em Acção?

Programa Comunitário que serve de instrumento para a educação não-formal e informal dos jovens, com os seguintes objectivos:
- promover a cidadania participativa, em gera, e a cidadania europeia, em particular;
- desenvolver o espírito de solidariedade e tolerância entre os jovens, fomentando a coesão europeia;
- contribuir para o desenvolvimento da qualidade dos sistemas de apoio a actividades de carácter juvenil;
- promover a cooperação europeia no sector da juventude.

O que são projectos de Democracia Juvenil?

Projecto desenvolvido por uma parceria (mínimo 2 países europeus e 2 parceiros por país: associações sem fins lucrativos, organismos públicos locais, regionais ou nacionais, grupos informais, etc.) que promova a participação activa dos jovens (mínimo 16 participantes dos 13 aos 30 anos).

Para mais informações, sobre:
- o Programa JUVENTUDE EM ACÇÃO http://ec.europa.eu/youth/yia/index_en.html

Em caso de dúvida, contacta:
Liliana Cruz
Telf: 21 317 92 00


A ALDEIA vai promover mais um curso de formação, nos dias 23 e 24 de Fevereiro de 2008 em Vimioso, o

  • Curso de Líquenes como Bioindicadores de Poluição Atmosférica

Sob a orientação dos Formadores

    • Sandrina Rodrigues – Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro
    • Joana Mendonça Marques – Departamento de Botânica da Universidade do Porto
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Para saberes mais consulta o programa.

Nota importante:

As inscrições são até ao dia 14 de Fevereiro de 2008, podes consultar mais informações, sobre preços e efectuares a tua inscrição.

Estás interessado? Consulta também os alojamentos que estão ao teu dispor.

Participa!…inscreve-te já!

Para mais informações contacta:

ALDEIA
Apartado 29
5230-314 Vimioso
Tlm: 962255827/913043628
E-mail: aldeia.eventos@gmail.com

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